Querido (a) visitante

Este é o meu espaço onde compartilho com você mensagens bíblicas e publicações diversas.

Deus seja exaltado em todas as coisas que fazemos!

novembro 22, 2012

A IGREJA DE JESUS EM AÇÃO


Essa é a verdadeira atitude daqueles que servem ao Senhor!
"Deus abomina o pecado + AMA o pecador! Não somos contra os homossexuais, Amamos cada um deles + não concordamos com a prática do homossexualismo e parabéns aos irmãos que demonstraram o seu amor ao próximo!



outubro 21, 2012

MESTRAS NO BEM



 Na carta a Tito 2.3-5, a palavra exorta: As mulheres idosas, semelhantemente, que sejam sérias no seu viver, como convém a santas, não caluniadoras, não dadas a muito vinho, mestras no bem; Para que ensinem as mulheres novas a serem prudentes, a amarem seus maridos, a amarem seus filhos. Vemos neste texto o padrão de Deus para a mulher que serve ao Senhor. Este padrão não se trata de uma sugestão, porém de uma ordem de Deus para a sua Igreja. Mais especificamente, há uma lista que orienta a conduta da mulher mais velha no que se refere à formação das mais novas, tanto no convício familiar quanto na vida diária.
Contudo, quero me deter neste artigo, apenas na expressão Mestras no bem que na tradução da Bíblia para a Língua Portuguesa na versão NVI - Nova Versão Internacional, define: mulheres capazes de ensinar.
Muito temos visto em investimentos de programas e projetos dentro da Igreja, fatores que são importantes para o crescimento da mesma. Porém, pensando no papel da mulher cristã, nos detemos nesta ordenança do Senhor para as mulheres exercerem o ministério interpessoal, ou seja, mulheres orientando mulheres. E, é inevitável lembrar provérbios 31, que vai mostrar a mulher citada por Paulo a Tito, que edifica a sua casa e ensina as mais novas, porque é sábia. Todavia, o texto de provérbios 31:13-19,21,22,24,27 vai além do lar, pois nos conduz à mulher profissional, isto é, o seu relacionamento com sua vida e seu trabalho. Mostra-nos, não a mulher perfeita, mas aquela que é virtuosa e que entende que Deus tem um plano em sua vida e desejava usá-la para ser mestra ou aquela que está investida de capacidade para ensinar e ser exemplo para todas as demais.
A mulher que é mestra no bem, tudo o que faz resulta favoravelmente através de uma administração prudente. Os versos 13 a 31 de provérbios retratam a mulher mestra no bem, que está envolvida diariamente em administrar, ganhar e multiplicar o dinheiro da família. Isto nada mais é do que a mulher em sua dupla jornada de trabalho. Ela se esforça prazerosamente em seus deveres e administra seu tempo de forma a não perder sequer um minuto.
E, é evidente que cada dia na vida da mestra no bem, é um desafio a ser vencido! Até por que, como está escrito: O marido está feliz e pode confiar nela, e ele permite que a sua esposa administre vários assuntos para ele (Prov. 31.11). Nisto consiste a mestra no bem! Ela cria um ambiente saudável em sua casa, é ajudadora do seu marido, educadora dos filhos e em muitos casos, a profissional que coopera com as finanças do lar.
Temos hoje em nossas igrejas, mulheres médicas, psicólogas, professoras, advogadas, enfim, mulheres que ocupam diversas áreas profissionais na sociedade e continuam sendo “submissas” a seu marido, conforme nos ordena o Senhor. E, quero dar uma ênfase nesta palavra “submissão” da esposa. Pensando na palavra “submissa”, observamos que se trata de uma junção de duas palavras: sub + missão, ou seja, entendemos “sub”, como sendo “estar debaixo de” e “missão”, como sendo, “alvo, meta, propósito”. Desta forma, “submissão” quer dizer: “estar debaixo do mesmo alvo ou do mesmo propósito”. Sabemos de acordo com a Palavra de Deus que o homem é líder do lar, portanto, é aquele que tem por objetivo trazer a provisão, a proteção e o cuidado. A mulher de igual modo está debaixo desta mesma missão do homem, que é criar os filhos e manter a paz e a integridade da família. É nisto, que consiste as mestras no bem: ser submissa, ajudadora, uma esposa fervorosa (se for casada) e mãe dedicada, uma dona-de-casa consagrada e uma mulher confiante, por causa de seu reverente temor ao Senhor. 
Tudo isto, tendo por somatória a realização profissional trazendo a seu marido e filhos a alegria de ser uma mulher sábia que edifica a sua casa. E, por conseguinte, está capacitada a ensinar as mais novas a que sigam seu bom exemplo.

 Rose Prado
        Deus é Fiel!

outubro 11, 2012

Fatores que envolvem e valorizam a nossa salvação!

Queridos irmãos e amigos estou postando uma nova mensagem no meu canal www.youtube.com/pastoraroseprado Assista e compartilhe com seus amigos esta mensagem de salvação. Ao compartilhar você estará me ajudando a pregar o Evangelho. Aproveite o feriado e seja um evangelizador junto comigo. Grande abraço a todos e um feriado abençoado na presença d nosso Deus. Se desejar, deixe um comentário! Fiquem na paz do Senhor Jesus!


maio 07, 2012

“TAL MÃE, TAL FILHOS”



"Todos os que gostam de citar provérbios citarão este provérbio sobre você: "Tal mãe, tal filha". Ezequiel 16:44 (NVI)

Baseada, neste texto de Ezequiel quero pensar no poder do exemplo, exercido pela mãe na criação dos filhos, seja no convívio do lar ou fora dele. É fato que os filhos absorvem a maneira de viver dos pais. Porém, é a mãe a que passa maior tempo com eles, quem educa, quem conhece até mesmo um simples olhar do filho.
A Bíblia está recheada de exemplos de mulheres que foram mães sábias e marcaram o seu tempo por causa de uma vida exemplar, tais como: Joquebede – mãe de Moisés, que no auge da perseguição egípcia, teve a coragem de ter um filho, escondê-lo por três meses, e ainda arquitetar um plano para dar-lhe uma chance de ser resgatado; Ana – mãe de Samuel – que, embora fosse seu único e tão desejado filho, o entregou para o serviço do Senhor e recebeu de Deus a recompensa de ter mais cinco filhos. Dentre estas, muitas outras mães citadas na Bíblia, fizeram a diferença dando à luz homens que mudaram a história e marcaram suas gerações.
Por vezes, me pergunto se temos sido exemplo para nossos filhos e se estamos forjando neles o caráter de Cristo já forjado em nós, se é que temos vivido um cristianismo autêntico.

Como está escrito, “tal mãe, tal filha” e acrescento: “tal mãe, tal filhos”. Pois, eles serão e terão o que colocarmos neles: compreensão, tranquilidade, coragem, amor, perdão ou serão rancorosos, gritadores, nervosos e desrespeitosos. É como uma linda caixa de presente vazia que usamos para guardar trecos. A caixa pode ser linda, mas o que vamos colocar dentro dela depende do que estamos acostumados a ter e é o que fará a diferença na beleza da caixa. Da mesma forma, fazemos com nossos filhos! Mãe que é nervosa criará filhos nervosos; mãe que não respeita o marido criará filhos desrespeitosos aos pais e aos outros; mãe sem temor a Deus criará filhos incrédulos e distantes do Senhor.


Portanto, mães, pensemos no exemplo que temos dado aos nossos filhos para que mais tarde possamos sorrir com eles, ao invés de lamentar um erro que já não permite concerto!
O exemplo fala mais alto que os gritos!


        Rose Prado
                                                            Deus é Fiel!


março 07, 2012

(Pré) conceito: O lugar da mulher.

Todavia, no Senhor, nem a mulher é independente do homem, nem o homem é independente da mulher; pois assim como a mulher veio do homem, assim também o homem nasce da mulher, mas tudo vem de Deus” (1Co 11.11-12). 
Esse tema tem sido foco de muitas discussões nos últimos anos e confesso que abordá-lo, não é tarefa fácil. Muito se lê a respeito e as opiniões diferem de pessoa para pessoa, de grupo para grupo e até mesmo do segmento religioso e cultural de cada um. Porém, nos últimos meses, tenho pensado no assunto, até mesmo, por causa do comentário que um “anônimo” fez no meu blog. Comentário não publicado, apenas pelo fato da pessoa não ter se identificado, quem sabe não o tenha feito pela rudeza de suas palavras, que com certeza, não combinam com o cristianismo que pregamos e vivemos.
Ao publicar artigos em meu blog trago sempre o propósito da edificação e não para criar polêmicas ou descontentamentos. E, na qualidade de “Pastora e Missionária”, reconhecida ou não pelas pessoas ou denominações evangélicas, sinto a necessidade de refletir sobre o “(pré) conceito” que algumas pessoas formaram em torno do lugar da mulher na Igreja. Longe de ser feminista ou de polemizar, busquei uma análise sobre o tema, lançando um olhar, a princípio, no papel da mulher na sociedade e, num segundo momento, pautando a Bíblia como fonte de investigação.

A Mulher na sociedade

Nas últimas décadas, a mulher tem ocupado um lugar de destaque no cenário mundial, experimentando uma ascensão crescente em todas as áreas do mercado de trabalho, incluindo até mesmo o comando de nações. Segundo o Conselho das Mulheres Líderes Mundiais vários países são governados por mulheres, a exemplo, temos: Michelle Bachelet, presidente do Chile, 2006-2010; Helen Clark – primeira ministra da Nova Zelândia desde 1999; Tarja Halonen da Finlândia; Pratibha Patil, presidenta da Índia desde 2007; Cristina Kirchner, presidenta da Argentina desde o final de 2007 e dentre tantas outras citadas, temos também Dilma Rousseff, a nossa atual presidenta. São líderes que, ao longo dos anos têm demonstrado o quanto a mulher avançou na conquista dos seus direitos e ideais.

Mas, nem sempre foi assim! Os vários períodos históricos da humanidade mostram o papel da mulher como sendo “propriedade” em sociedades patriarcais. As escolas filosóficas platônica, aristotélica e pitagórica, disseminavam pensamentos que privilegiavam os homens.  Por exemplo, Aristóteles acreditava que a mulher, na sua anatomia, possuía um cérebro menor e por isso, era impedida de desenvolver sua capacidade racional e intelectual. Pitágoras, por sua vez, de acordo com Gorzoni, ensinava que “existe um princípio bom que gerou a ordem, a luz e o homem; há um princípio mau que gerou o caos, as trevas e a mulher”.  Na sociedade grega, afirma a antropologia, que o papel da mulher se restringia ao cuidado da casa e dos filhos. Cultura essa, absorvida pela sociedade ocidental, dentro do sistema patriarcal em que a mulher era vista apenas como um objeto de prazer para o homem. O mesmo acontecia em Atenas, que segundo suas leis, as mulheres tinham de permanecer em silêncio nos ajuntamentos solenes, não podendo participar das assembleias e tão pouco eram consideradas cidadãs.

A Mulher na Bíblia

No modelo da sociedade judaica, que é o patriarcal, as mulheres viviam reprimidas, eram desvalorizadas e não lhes era permitido falar com um homem, em público.  Na tradição judaica, a educação do menino judeu era diferente daquela aplicada às meninas, ou seja, o menino frequentava a escola e sempre lhe era necessário aprender mais e mais. Contudo, a menina não lhe era permitido estudar, pois quanto menos aprendesse, melhor! A ela, competia aprender somente os afazeres domésticos “coisas de mulher”. Outro detalhe é que uma mulher não podia ser testemunha num tribunal; não podia pedir divórcio, enquanto o homem o fazia deliberadamente. Vivia, portanto, discriminada e isolada socialmente. Segundo Valdéz, os rabinos diziam: “É preferível queimar o Livro da Lei, antes que, mostrá-lo para uma mulher”. Outro mestre judeu, Rabí Eliezer, no século I d.C. comentava: “Quem ensina a Lei para sua filha, ensina-lhe obscenidades”. Também diziam os rabinos: “Todos os males que existem no mundo entram, durante o tempo que os homens perdem falando com as mulheres”. No templo, só era permitido que a mulher entrasse até certo ponto, pois havia um espaço reservado para elas; na sinagoga, havia uma barreira que separava as mulheres dos homens.

Mulheres que seguiam a Jesus

Jesus, porém, quebrou as tradições; quebrou as barreiras impostas às mulheres e passou a evidenciá-las, respeitá-las e valorizá-las.
Há um valioso depoimento histórico nos Evangelhos que menciona, ao menos em cinco oportunidades, um grupo de mulheres que seguiam a Jesus. De acordo com Lucas 8.1-3: Depois disso Jesus ia passando pelas cidades e povoados proclamando as boas novas do Reino de Deus. Os Doze estavam com ele, e também algumas mulheres que haviam sido curadas de espíritos malignos e doenças: Maria, chamada Madalena, de quem haviam saído sete demônios;Joana, mulher de Cuza, administrador da casa de Herodes; Susana e muitas outras. Essas mulheres ajudavam a sustentá-los com os seus bens”. 

Nesta passagem, observamos a conjunção “e” denotando que Lucas coloca os doze discípulos num mesmo nível das mulheres que seguiam a Jesus, visto que elas também escutavam os ensinamentos em particular de Jesus, como podemos constatar em Lucas 24.5-8: Por que vocês estão procurando entre os mortos aquele que vive? Ele não está aqui! Ressuscitou! Lembrem-se do que ele lhes disse, quando ainda estava com vocês na Galiléia: ‘É necessário que o Filho do homem seja entregue nas mãos de homens pecadores, seja crucificado e ressuscite no terceiro dia. Então se lembraram das suas palavras”. 
Chamo a atenção aqui, para a repetição da palavra “lembrar”, duas vezes mencionadas no texto. De acordo com o evangelista Lucas, as mulheres haviam escutado os ensinamentos trazidos por Jesus, em particular, aos seus discípulos na Galiléia (Lucas 9.18-27), falando acerca do que lhe sucederia nos últimos dias. Ora, se o anjo que lhes aparecera no sepulcro lhes mandara “lembrar” do que Jesus lhes ensinara, dá-nos a entender, obviamente, que elas participavam dos ensinamentos particulares que Jesus dava aos seus discípulos. Ensinamentos estes, que nos evangelhos, demonstram ter sido transmitido apenas para os homens. Vale ainda ressaltar, que Jesus exercia o seu ministério com atitudes inovadoras e audaciosas, por exemplo, a de ter admitido que mulheres viajassem com seu grupo, partilhando de seus ensinamentos, demonstrando assim, que Jesus não fazia acepção entre "homem e mulher"
Outra menção feita pelo evangelista é de Joana, mulher de Cuza. Mulher de boa posição econômica, esposa de um dos homens, considerado dentre os mais importantes funcionários de Herodes Antipas - aquele que mandara degolar João Batista. Joana era seguidora de Jesus e fazia parte do grupo de mulheres que ajudavam economicamente o ministério do Mestre até o final de sua missão (Luc. 24.10).
Mateus e Marcos citam as mulheres que o acompanhavam quando relatam a morte de Jesus: Ali havia muitas mulheres, olhando de longe, aquelas que seguiram Jesus desde a Galileia para servi-lo. Entre elas estavam Maria Madalena, Maria a mãe de Tiago e de José, e a mãe dos filhos de Zebedeu” (Mt 27, 55-56). A                                                                            mãe dos filhos de Zebedeu é nominada em Marcos, por Salomé. Ambos afirmavam que elas o seguiam e o serviam.

A mulher submissa

Tendo Jesus, um olhar diferenciado da sociedade da época, acerca do lugar da mulher no Reino de Deus, aprendemos com Ele, que muitos confundem a submissão ensinada pelo apóstolo Paulo com “repressão e machismo”, que é o que ainda persiste nos dias de hoje desde o Antigo Testamento. Com isso, quero pensar um pouco sobre a submissão da mulher, tantas vezes, citada em nossos púlpitos, e muitas delas, fora do seu sentido original. Em Colossenses 3:18  diz: "Vós, mulheres, sede submissas aos vossos próprios maridos, como convém no Senhor". Contextualizando esta passagem bíblica, o apóstolo Paulo, nas suas exortações práticas, faz um apelo à Igreja em Colossos por uma vida alicerçada em Cristo. Dentre alguns direcionamentos, ele se refere nos versos 18 até o capítulo 4.1, ao relacionamento doméstico. Paulo falava aos irmãos acerca das nossas atitudes cristãs dentro da família: a de esposo; a de esposa; a de pai e filho e, a de senhor e de servo.
Naquela época, em algumas igrejas, havia uma tendência das mulheres negligenciarem os seus deveres domésticos e procurar viver de uma forma mais emancipada, você pode conferir isto lendo as epístolas pastorais de 1 e 2 Timóteo e Tito. Outro fator a se pensar, é que nos dias de Paulo, num conceito geral, atribuía-se todos os direitos ao homem. Voltemos então, a pensar em Col. 3.18: "mulheres, sedes submissas aos vossos maridos". A palavra "SUBMISSA" trás por sinônimos: obediente, dócil, flexível e dependente. E, precisa ser bem entendida quanto ao seu significado, vejamos:
1. Segundo o dicionário da Língua Portuguesa, submissão é: “Ato ou efeito de submeter; obediência voluntária; sujeição; humildade, modéstia, passividade”;
2. De acordo com o significado etimológico da palavra: sub = debaixo de / missão = alvo, meta, objetivo. Assim, podemos entender que, “sub/missão”, trás o sentido de "estar debaixo da mesma missão".

Dentro de um contexto bíblico, ser SUBMISSA implica dizer que "a mulher deve estar debaixo da mesma missão que o seu marido", ou seja, a missão do marido é construir sua casa e sua família e, a mulher cristã, deve estar debaixo deste mesmo alvo, desse mesmo objetivo, no relacionamento entre ambos, na criação dos filhos; na administração do lar e no serviço ao Senhor. Por isso é de grande importância saber localizar o contexto em que as passagens bíblicas nos orientam a uma vida cristã.                                             

A mulher na Igreja

Desde muitos anos, a mulher tem sido mal interpretada quanto o seu lugar na Igreja, isto é, baseando-se em 1 Timóteo 2.13 que afirma: Primeiro foi formado o homem, depois a mulher, muitos interpretam que a mulher não pode exercer uma posição de liderança na Igreja. Porém, em 1 Coríntios 11.5, Paulo deixa claro que, em Corinto, as mulheres oravam e profetizavam no culto. Outros, se apoiam em 1 Timóteo 2. 11-14 que diz: A mulher deve aprender em silêncio, com toda a sujeição. Não permito que a mulher ensine, nem que tenha autoridade sobre o homem. Esteja, porém, em silêncio. Porque primeiro foi formado Adão, e depois Eva. E Adão não foi enganado, mas sim a mulher, que, tendo sido enganada, tornou-se transgressora".  
Esse conceito de “autoridade” baseia-se em Gênesis 2.21-24. Entretanto, se nos voltarmos a uma análise dos capítulos 1 e 2 de Gênesis descobriremos que, na verdade, não havia uma ordem hierárquica entre o homem e a mulher, e sim, que os dois foram feitos à imagem e semelhança de Deus e que, sem distinção, foram instituídos por Deus a desfrutar da criação, como está escrito:Não é bom que o homem esteja só, farei para ele alguém que lhe seja equivalente (Gênesis 2.18 - NVI). O que trouxe uma hierarquia entre ambos foi, na verdade, a entrada do pecado no mundo.  De acordo com RODRIGUES, S. G (2006) “A queda realmente teve consequências catastróficas para a relação entre Deus e os seres humanos, e entre eles próprios. A posição de governante e súdito surgiu após a queda, mas não podemos esquecer a redenção em Cristo Jesus, que renova todas as cosias (2 Coríntios 5.17)”. Usa-se o argumento da escolha de Deus, de que o primogênito, teria autoridade sobre seus irmãos, e Adão, seria então, como um primogênito sobre a mulher, porém esta prerrogativa não encontra respaldo, mesmo porque, Deus escolheu Jacó, e não Esaú; José do Egito, e não seu irmão mais velho. Paulo declara que, em Cristo, a ordem da criação de que a mulher é proveniente do homem é equilibrada pelas mulheres dando à luz homens (I Coríntios 11.11,12).
Ao longo dos milhares de anos que já se passaram, a humanidade segue o pensamento de que a mulher deve permanecer no seu “lugar subalterno” e, que tudo quanto Deus fez em Cristo, deve permanecer moldado na ideia da mulher “submissa”, no sentido subalternizado da palavra.
O que nos resta mais a dizer? Se Jesus, o Mestre dos mestres, resgatou a mulher da sua condição subalterna e do seu isolamento na sociedade vigente da época e lhe conferiu o direito de pregar a Palavra (quer liderança maior do que esta?), conforme relatado em Atos 2.17,18: “Nos últimos dias, diz Deus, derramarei do meu Espírito sobre todos os povos. Os seus filhos e as suas filhas profetizarão, os jovens terão visões, os velhos terão sonhos. Sobre os meus servos e as minhas servas derramarei do meu Espírito naqueles dias, e eles profetizarão. Profetizar, traz o sentido nesse texto de apregoar, pregar a Palavra.
Encerro minha análise com as palavras do apóstolo Paulo: Foi para a liberdade que Cristo nos libertou. Portanto, permaneçam firmes e não se deixem submeter novamente a um jugo de escravidão” (Gálatas 5,1). Submeter a mulher a um jugo que Cristo já quebrou é, no mínimo, não entender, absolutamente nada, do que Ele nos ensinou!

Que a mulher consiga ocupar o seu lugar dentro da Igreja e da sociedade, para servir a Deus conforme foi chamada, vencendo todos os preconceitos que muitos transformam em ideias pré-concebidas de coisas que, verdadeiramente, não foram ensinadas pelo nosso libertador: JESUS!
À todas as mulheres, líderes ou não, dentro das igrejas; a todas que lutam por servir a Deus, venho motivar que olhem somente para Jesus, o autor e consumador da nossa fé, sendo submissas, isto é, se colocando debaixo da mesma missão que o seu esposo para edificar a sua casa e por fim, a Casa do Senhor!                                                


        Rose Prado
         Deus é Fiel!


dezembro 19, 2011

Plantados "FORA DO LUGAR"



             Estive refletindo sobre uma parábola ensinada por Jesus:

“E dizia esta parábola: Um certo homem tinha uma figueira plantada na sua vinha, e foi procurar nela fruto, não o achando; E disse ao vinhateiro: Eis que há três anos venho procurar fruto nesta figueira, e não o acho. Corta-a; por que ocupa ainda a terra inutilmente? E, respondendo ele, disse-lhe: Senhor, deixa-a este ano, até que eu a escave e a esterque; E, se der fruto, ficará e, se não, depois a mandarás cortar” (Lucas 13. 6-9)

         É interessante observar que aquele “certo homem”, assim referido por Jesus, tinha uma FIGUEIRA plantada numa VINHA. Mas, por que a FIGUEIRA estava em meio a uma plantação de uvas? Ora, aquele não era ou não deveria ser o seu lugar! Ao certo, a FIGUEIRA deveria estar plantada junto às demais figueiras!
         De um modo intrigante, refleti e busquei averiguar argumentos que justificassem a FIGUEIRA estar plantada numa VINHA! Confesso que não achei explicações. Mas, como tudo o que se refere à Jesus não requer explicações (razão) e sim fé, me tranquilizei! Porém, a pergunta permanecia gritante:
         - Por que a FIGUEIRA estava em meio a uma plantação de uvas?
         A resposta, de repente, me pareceu muito óbvia: é claro  que Jesus queria nos ensinar uma verdade espiritual com esta analogia! Mas, que tipo de lição podemos tirar desta parábola? Reflita comigo alguns pontos importantes na ilustração de Jesus:


I – AS VEZES DEUS NOS PÕE NUM LUGAR QUE NÃO É O NOSSO!

          Como na parábola, as vezes Deus nos coloca num lugar que não é o nosso lugar de origem, ou seja, por alguma razão o Senhor precisa que estejamos num lugar onde Ele possa realizar algo estabelecido pelo Seus planos e propósitos. Faz-me lembrar de José no Egito! Aquele não era o seu lugar. Ali não estava o seu povo. Aqueles costumes não eram os que ele havia recebido de seus pais em sua terra original, menos ainda do seu Deus. Porém, Deus havia permitido o seu sofrimento e todas as experiências vividas no Egito com o propósito de salvar toda a nação de Israel da fome e da morte. No encontro com seus irmãos, registrado em Gênesis, José deixa claro o controle de Deus sobre sua vida, sobre a nação de Israel e sobre todas as circunstâncias que viveu:

“E disse José a seus irmãos: Peço-vos, chegai-vos a mim. E chegaram-se; então disse ele: Eu sou José vosso irmão, a quem vendestes para o Egito. Agora, pois, não vos entristeçais, nem vos pese aos vossos olhos por me haverdes vendido para cá; porque para conservação da vida, Deus me enviou adiante de vós. Porque já houve dois anos de fome no meio da terra, e ainda restam cinco anos em que não haverá lavoura nem sega. Pelo que Deus me enviou adiante de vós, para conservar vossa sucessão na terra, e para guardar-vos em vida por um grande livramento. Assim não fostes vós que me enviastes para cá, senão Deus, que me tem posto por pai de Faraó, e por senhor de toda a sua casa, e como regente em toda a terra do Egito. Apressai-vos, e subi a meu pai, e dizei-lhe: Assim tem dito o teu filho José: Deus me tem posto por senhor em toda a terra do Egito; desce a mim, e não te demores; E habitarás na terra de Gósen, e estarás perto de mim, tu e os teus filhos, e os filhos dos teus filhos, e as tuas ovelhas, e as tuas vacas, e tudo o que tens. E ali te sustentarei, porque ainda haverá cinco anos de fome, para que não pereças de pobreza, tu e tua casa, e tudo o que tens”. (Gênesis 45:4-11 - grifos meus)

         Observe que longe de sua pátria, tendo passado por humilhações e sofrimentos, José entende que ele era como uma FIGUEIRA plantada na vinha com o único propósito de executar os planos e os propósitos de Deus. 
          A segunda lição que aprendemos na parábola de Jesus é:


II – DEVEMOS PRODUZIR RESULTADOS MESMO FORA DO NOSSO LUGAR


         Voltando novamente o nosso olhar para a parábola de Lucas 13, aprendemos que embora a FIGUEIRA estivesse plantada na VINHA, aquele “certo homem”, por três anos, vinha procurar frutos nela, mas não achava. Talvez, pudéssemos defendê-la dizendo: - Também pudera, plantaram-na num lugar que não era o seu!
         Mas, pense comigo: se as terra pertenciam àquele “certo homem”, então ele tinha autonomia para plantar o que quisesse e onde desejasse! Trazendo isto para o âmbito espiritual, a Bíblia diz que:

“Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, então sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos, porque toda a terra é minha”.
(Êxodo 19.5 - grifos meus)

                Se toda a terra é do Senhor e se nós somos sua propriedade peculiar, então, onde quer que Ele nos coloque estaremos sempre “no centro da vontade de Deus”.
         Contudo, como aquele “certo homem” da parábola, o Senhor também procura frutos em nós; Ele espera resultados na nossa vida, fruto da nossa salvação, do nosso chamado, do preparo que o Espírito Santo tem feito em nossas vidas ao longo dos anos. E eu pergunto: - o Senhor tem encontrado frutos em nós? Ainda olhando para a parábola, o “certo homem” indignado com a improdutividade da figueira, ordena que ela seja cortada, pois ocupava a terra inutilmente, isto é, além de não produzir, a figueira ainda estava sugando toda a energia, todo o alimento da terra que poderia, na verdade, alimentar as videiras, pois estas eram frutíferas.
         Por vezes amados, somos como esta figueira. Nos alimentamos de Deus, somos estercados pelo Seu poder, encharcados pelas suas bênçãos e passamos anos após anos, infrutíferos! Mas, a vontade de Deus é revelada em Cristo:

"Eu vos nomeei, para que vades e deis frutos e, os vossos frutos permaneçam" (João 15.16)

          Por fim, a terceira lição que tiramos para nossas vidas nessa parábola é que:


 III – DEUS NOS DÁ NOVA OPORTUNIDADE DE FRUTIFICAR
  
         O que consola, é saber que Deus por sua infinita misericórdia, permite que o doce Espírito Santo continue trabalhando em nós, dando-nos nova oportunidade de sermos produtivos para o seu Reino.

E, respondendo ele, disse-lhe: Senhor, deixa-a este ano, até que eu a escave e a esterque; E, se der fruto, ficará e, se não, depois a mandarás cortar” (Lucas 13. 8,9)

         O vinhateiro, que pediu mais um tempo para trabalhar com aquela figueira, me reporta, num sentido espiritual, a uma analogia do Espírito Santo que o próprio Jesus disse que seria enviado pelo Pai:

“Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito”. (João 14:26)

            Sim, Ele é o nosso amigo, enviado pelo Pai, quem nos capacita e fortalece mesmo quando estamos num lugar, que não é nosso! Como bem profetizou Joel:

“Forjai espadas das vossas enxadas, e lanças das vossas foices; diga o fraco: Eu sou forte”. 
(Joel 3:10)

         Não tenha dúvidas no seu coração! A sua força vem do Senhor. Você está no lugar que Ele te plantou e o que Ele espera de você é que você dê frutos! Mas calma, você não fará isso sozinho, o Espírito Santo habita em você. Ele te ajudará:

 “Do mesmo modo também o Espírito Santo nos ajuda na fraqueza; porque não abemos o que havemos de pedir como convém, mas o Espírito Santo intercede por nós com gemidos inexprimíveis”. 
(Romanos 8.26)

         Portanto, você que lê esta mensagem e se sente como uma Figueira FORA DO LUGAR, não desanime, forje os seus arados, fazendo deles espadas; transforme suas foices em lanças e diga: em Cristo eu sou forte, pois assim profetizou Joel, isto é, transforme as adversidades em armas de guerra. E, quanto as suas fraquezas o Espírito Santo, cuidará de cada uma delas intercedendo por você com gemidos inexprimíveis.
         Vá, siga em frente e dê muitos frutos para o Senhor, nosso Deus!

                                                             Rose Prado

dezembro 18, 2011


Dilma é criticada em evento gay por se aproximar de evangélicos

FOLHA.COM 16/12/2011 06h30


A presidente Dilma Rousseff foi criticada na abertura da 2ª Conferência Nacional de Políticas Públicas e Direitos Humanos LGBT por não se posicionar abertamente sobre a homofobia e por se aproximar de segmentos evangélicos.
"Nossa presidente esteve na ONU e não teve coragem de falar de homofobia (...) Enquanto acordo com evangélicos for feito nas cortinas do palácio, o sangue das travetis vai continuar correndo", disse a travesti Jovanna Baby, durante seu discurso, na presença dos ministros Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral) e Maria do Rosário (Direitos Humanos).
Pouco depois, quando Jovanna Baby citou o ex-presidente Lula, a plateia de cerca de 800 pessoas se levantou e começou a gritar "Lula! Lula! Lula!". Ao final do discurso da travesti, o público cantou "Ô, Dilma, que papelão, não se governa com religião", o que deixou constrangidos os dois ministros.
O então presidente Lula participou, em 2008, da 1ª conferência.
Ao tomar a palavra, Maria do Rosário afirmou que não é justo esquecer que o trabalho da Secretaria dos Direitos Humanos, responsável pela conferência e por outras iniciativas para o segmento, é respaldado pela presidente Dilma.
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À Folha, Gilberto Carvalho disse que "o governo age em conjunto. A publicidade [campanha de TV de combate ao preconceito contra gays, lançada ali] é financiada pelo governo".
O evento homenageou o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Carlos Ayres Britto, relator da ação que reconheceu a união homoafetiva em maio deste ano. O ministro arrancou aplausos da plateia cada vez que defendia a total igualdade entre homossexuais e heterossexuais.
"Procurei estudar a Constituição por todos os ângulos, por todos os aspectos, desde o seu preâmbulo até seu último artigo, para ver se era juridicamente acertado, irretocável, correto, reconhecer às pessoas homoafetivas os mesmos direitos --mas todos os direitos, todos, sem exceção-- das pessoas heteroafetivas (...) para felicidade minha, surpresa agradabilíssima, quanto mais eu desfilava pela passarela da Constituição com a minha alma totalmente aberta, eu só encontrava confirmação de que é um absurdo, é uma violência, é fundamentalismo dizer que a pessoa é mais ou menos digna pelo fato da sua orientação sexual. Não há como fazer distinção", disse ele.
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E depois dizem que nós é que somos "preconceituosos", "homofóbicos"" Eu, particularmente acredito, que os homossexuais são extremamente preconceituosos e a "fobia" que têm em relação aos evangélicos é extremamente acentuada. Talvez, isso se deva ao fato de que sempre que olham para os "crentes" vejam a Palavra de Deus estampada em nossas vidas. Pois, é a Palavra de Deus que afirma: "Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus" 1 Coríntios 6.10 e "E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro. E, como eles não se importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convêm". Romanos 1:27-28 . Por eles, devemos orar e continuar pregando, quer ouçam, quer deixem de ouvir, pois eu continuo acreditando que a Palavra de Deus, liberta, transforma e conduz o homem a ser uma nova criatura. Podem até mudar as leis humanas, mas nunca poderão mudar a Palavra de Deus, porque escrito está: "Passarão os céus e a terra, mas as minhas palavras nunca hão de passar" (lucas 21.33)
                                                                                             Rose Prado