Querido (a) visitante

Este é o meu espaço onde compartilho com você mensagens bíblicas e publicações diversas.

Deus seja exaltado em todas as coisas que fazemos!

julho 31, 2013

Servir com fidelidade!


Aos olhos do mundo Jeremias parecia totalmente fracassado. Não tinha dinheiro, família ou amigos. Profetizou a destruição da nação, da capital e do Templo, mas líderes políticos e religiosos não aceitariam, nem seguiriam seus conselhos.
Nenhum grupo de pessoas gostou de Jeremias, nem lhe deu ouvidos. Contudo, ao olharmos para trás, vemos que completou com sucesso a obra que Deus lhe confiou.
O sucesso nunca deve ser medido pela popularidade, fama, fortuna ou aceitação das pessoas, pois estas coisas são temporais. Deus mede o nosso sucesso pela obediência, fidelidade e retidão. Se você estiver realizando fielmente a obra que Deus lhe confiou, será bem sucedido aos olhos Dele.
Cabe a nós escolher: agradar o povo e ficar famoso por isso ou agradar a Deus e cumprir cabalmente o Seu propósito em nós, mesmo sendo ignorado ou incompreendido por todos como foi Jeremias.
Deixo esta breve meditação para o nosso dia de hoje!


 Pastora Rose Prado

julho 08, 2013

A culpa é de Deus? Não! É dos que afastam Deus da nossa nação!

Finalmente a verdade é dita na TV Americana. 



A filha de Billy Graham (grande escritor desta geração) estava sendo entrevistada no Early Show, e Jane Clayson perguntou a ela:

'Como é que Deus teria permitido algo horroroso assim acontecer no dia 11 de

setembro?'

Anne Graham deu uma resposta profunda e sábia:

'Eu creio que Deus ficou profundamente triste com o que aconteceu, tanto quanto nós.
Por muitos anos temos dito para Deus não interferir em nossas escolhas, sair do nosso governo e sair de nossas vidas.
Sendo um cavalheiro como Deus é, eu creio que Ele calmamente nos deixou.
Como poderemos esperar que Deus nos dê a sua benção e a sua proteção se nós exigimos que Ele não se envolva mais conosco?'
À vista de tantos acontecimentos recentes; ataque dos terroristas, tiroteio nas escolas, etc...

Eu creio que tudo começou desde que Madeline Murray O'hare (que foi assassinada), se queixou de que era impróprio se fazer oração nas escolas Americanas como se fazia tradicionalmente, e nós concordamos com a sua opinião.

Depois disso, alguém disse que seria melhor também não ler mais a Bíblia nas escolas...
A Bíblia que nos ensina que não devemos matar, roubar e devemos amar o nosso próximo como a nós mesmos. E nós concordamos com esse alguém.

Logo depois o Dr.. Benjamin Spock disse que não deveríamos bater em nossos filhos quando eles se comportassem mal, porque suas personalidades em formação ficariam distorcidas e poderíamos prejudicar sua auto estima (o filho dele se suicidou) e nós dissemos: "Um perito nesse assunto deve saber o que está falando". E então concordamos com ele.

Aí, alguém sugeriu que deveríamos deixar que nossas filhas fizessem aborto, se elas assim o quisessem. E nós aceitamos sem ao menos questionar.
Então foi dito que deveríamos dar aos nossos filhos tantas camisinhas, quantas eles quisessem para que eles pudessem se divertir à vontade.
E nós dissemos: "Está bem!" 

Então alguém sugeriu que imprimíssemos revistas com fotografias de mulheres nuas, e disséssemos que isto é uma coisa sadia e uma apreciação natural do corpo feminino. Depois uma outra pessoa levou isso um passo mais adiante e publicou fotos de Crianças nuas e foi mais além ainda, colocando-as à disposição da internet.
E nós dissemos: "Está bem, isto é democracia, e eles tem o direito de ter liberdade de se expressar e fazer isso".

Agora nós estamos nos perguntando porque nossos filhos não têm consciência e porque não sabem distinguir o bem e o mal, o certo e o errado; porque não lhes incomoda matar pessoas estranhas ou seus próprios colegas de classe ou a si próprios...

Provavelmente, se nós analisarmos seriamente, iremos facilmente compreender: nós colhemos só aquilo que semeamos!!!
Uma menina escreveu um bilhetinho para Deus: "Senhor, porque não salvaste aquela criança na escola?" 
A resposta dele: "Querida criança, não me deixam entrar nas escolas!"

É triste como as pessoas simplesmente culpam a Deus e não entendem porque o mundo está indo a passos largos para o inferno.
É triste como cremos em tudo que os Jornais e a TV dizem, mas duvidamos do que a Bíblia, ou do que a sua religião, que você diz que segue ensina.
É triste como alguém diz: "Eu creio em Deus". Mas ainda assim segue a satanás, que, por sinal,também 'Crê' em Deus.

É engraçado como somos rápidos para julgar mas não queremos ser julgados!
Como podemos enviar centenas de piadas pelo e-mail, e elas se espalham como fogo, mas, quando tentamos enviar algum e-mail falando de Deus, as pessoas têm medo de compartilhar e reenviá-los a outros!

É triste ver como o material imoral, obsceno e vulgar corre livremente na internet, mas uma discussão pública a respeito de Deus é suprimida rapidamente na escola e no trabalho.

É triste ver como as pessoas ficam amantes de Cristo no sábado, mas depois se transformam em cristãos invisíveis pelo resto da semana.
Gozado que nós nos preocupamos mais com o que as outras pessoas pensam a nosso respeito do que com o que Deus pensa...


https://www.facebook.com/AbaixoADiscriminacaoReligiosaEmAngola?ref=tn_tnmn

junho 30, 2013

Transforme o Brasil

Transforme o Brasil


“Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua Terra”. (2 Crônicas 7.14)
“Eu vou transformar o Brasil. Mas vocês devem transformá-lo a partir dos seus joelhos primeiro”
“Tocai a trombeta em Sião, promulgai um santo jejum, proclamai assembleia solene”. (Joel 2.15)
Estamos vivendo dias históricos. Anos de clamores, jejuns e lágrimas em favor da nação já provocaram mudanças e livramentos. Mas ainda há muito a ser transformado. A Igreja brasileira carrega o peso da responsabilidade. Temos a chave da autoridade que move os céus e a terra. As promessas de Deus para a cura da nação pertencem a nós e exigem nosso posicionamento. Estamos experimentando o fortalecer no comprometimento em jejuns e oração pelo país. Os intercessores sentem as “dores de parto” se intensificar. Cremos que estamos no limiar de um novo tempo, da hora de dar à luz a um Brasil transformado.
Na páscoa deste ano mais de onze mil adoradores e intercessores se reuniram em um Congresso cujo tema foi Adoração e Transformação. Ouvimos testemunhos sobre a transformação de Uganda, país antes assolado pela guerra e pela Aids. Circunstâncias que pareciam impossíveis de serem solucionadas, até mesmo pelo governo do país, foram transformadas pela postura da Igreja em unidade, em arrependimento e em oração.
A profetiza Cindy Jacobs entregou uma mensagem: “Assim diz o Senhor: Estou dando ao Brasil uma segunda chance. Estou dando a vocês uma janela, diz o Senhor, por onde vocês vão começar a orar. E assim diz o Senhor: Se vocês não se apropriarem desta janela eu vou começar a abalar a economia. O Senhor diz: Eu vou transformar o Brasil. Mas vocês devem transformá-lo a partir dos seus joelhos primeiro. Comecem a clamar dia e noite. Eu edificarei a Casa de Oração para todas as nações a partir do Brasil. Eu vou começar nos campos universitários, nas escolas, nos prédios do governo. Assim diz o Senhor: É o meu desejo derrubar o principado da corrupção e o principado da pobreza porque virei e abalarei tudo o que pode ser abalado. Estou preparando uma geração pioneira. Que se levantem os Joões Batistas! Levantem-se os Joões Batistas! Levantem-se os abridores do caminho que prepararão o caminho do Senhor para a transformação do Brasil.”
Nos últimos dias assistimos o povo brasileiro saindo às ruas e pressionando as autoridades para que haja mudança. A profecia de Jacobs foi relembrada e espalhou-se pelas redes sociais. A Igreja reconhece o mover do Espírito impulsionando a história. O amor pelo Brasil está sendo renovado nos corações dos brasileiros, que cantam o Hino Nacional, vestem verde e amarelo e carregam a bandeira, com um sentimento que vai muito além do futebol, mas como um protesto por dias melhores na pátria amada. Como escreve Isaías 62:5: “Porque, como o jovem desposa a donzela, assim teus filhos te desposarão a ti; como o noivo se alegra da noiva, assim de ti se alegrará o teu Deus”. O povo brasileiro está amando e se comprometendo com a sua terra.
Em meio a tudo isso Cindy Jacobs falou comigo ao telefone. Ela teve uma visão espiritual com o símbolo da anarquia, a letra A dentro de um círculo. O Senhor disse a ela que a Igreja brasileira precisa paralisar o espírito de anarquia que veio para ferir o país. O inimigo sempre tentará macular o que Deus está fazendo, e este é o momento em que Deus está levantando o Brasil como um testemunho entre as nações. Jacobs se reuniu com Lou Engle (Fundador do movimento The Call, que desperta e reúne a Igreja nas nações, em ajuntamentos solenes de adoração, intercessão e proclamação da Palavra). Eles discerniram que precisamos de uma estratégia de oração pelo Brasil e conclamaram um jejum de 21 dias, culminando com um dia nacional de oração pelo país, no domingo, 14 de Julho.
Após este telefonema com Jacobs conversei com a Pastora Ezenete Rodrigues, que está à frente de um exército de intercessores em Lagoinha e em todo o Brasil. Há alguns dias o Senhor também lhe disse que deveria acontecer um dia de mobilização nacional de oração pelo Brasil nas igrejas. A proposta do dia 14/7 veio confirmar isso. Os intercessores também discerniram que a Igreja precisa ir para as ruas, não com passeatas ou marchas, mas a lugares estratégicos das cidades e orar.
Foi então que o Senhor me conduziu a compartilhar essas direções com a Apóstola Valnice Milhomens, que é reconhecida por sua consagração e jejuns, há mais de 20 anos, a favor do país. As palavras de Valnice foram: “Esta é a agenda do Espírito”. Percebemos que esta estratégia não nasceu na mente ou no coração de uma pessoa ou ministério, mas é algo que o próprio Deus planejou.
As confirmações foram impressionantes. Em uma Convenção esse ano o Senhor disse a Valnice que a Igreja deveria ir às ruas, às praças. Disse que o avivamento vem das ruas, vem de fora para dentro. Essa palavra foi entregue por um profeta antes mesmo das recentes manifestações populares. Já estava sendo organizada uma mobilização para que a Igreja ore nas ruas no sábado, dia 13/7. Além disso, na manhã do dia em que conversamos houve uma conferência com diversos líderes da nação. Foi definido que no dia 15 de Julho eles se encontrariam em Brasília para orar. Ficamos impressionadas, pois a contagem dos 21 dias de jejum acabam exatamente no dia 15/7, dia deste ajuntamento de pastores, profetas e apóstolos do país.
Compartilho agora a estratégia para a Igreja neste momento crucial na história do Brasil:
21 dias de jejum e oração: de 25/6 a 15/7.
O jejum pode ser feito de diversas maneiras. Por exemplo, há o jejum em que a pessoa ingere apenas alguns tipos de alimentos, o jejum em que a pessoa retira uma refeição, o jejum em que a pessoa se alimenta apenas à noite, o jejum de líquidos (apenas bebendo líquidos), o jejum integral (apenas bebendo água).
Se você já está fazendo um período de jejum, continue até o dia 15 de julho para estar em unidade com as demais igrejas do Brasil.
13/7 – sábado: A Igreja Nas Ruas, orando em lugares estratégicos. Grupos de crentes orando na Prefeitura, na Câmara dos Vereadores, na Assembleia Legislativa, em praças e lugares de monumentos, em frente a hospitais, escolas, universidades, TVs e rádios, e todo lugar estratégico onde o Espírito do Senhor direcionar.
14/7 – domingo: Cada igreja fará seus cultos como reuniões de adoração, oração e proclamação da Palavra a favor do país. O ideal é que sejam feitas 12 horas ininterruptas de adoração, oração e proclamação da Palavra.
15/7 – segunda-feira: Em Brasília, pastores, apóstolos, profetas, intercessores e líderes de todo o Brasil se reunirão para 12 horas de adoração, oração e proclamação da Palavra em favor do país. Local: No Templo da INSEJEC, que fica no centro do Distrito Federal, a partir de 8 horas da manhã.
“Por amor do Brasil não me calarei e não me aquietarei. Sobre os teus muros, ó Brasil, pus guardas, que todo o dia e toda noite jamais se calarão; vós, os que fareis lembrado o Senhor, não descanseis, nem deis a ele descanso até que restabeleça o Brasil e o ponha por objeto de louvor na terra”. (Isaías 62.1a, 6 e 7) *adaptado

junho 23, 2013

EU NÃO ACREDITO NA MÍDIA!

Os brasileiros precisam averiguar qual é o fundo de verdade ou de mentira que a mídia despeja dentro dos nossos lares diariamente através de suas notícias! Vamos ficar atentos e como pessoas inteligentes que somos, já se foi o tempo em que se vendia a ideia de que os crentes são ignorantes e sem conhecimento, precisamos verificar, examinar TUDO o que chega até nós! 
EU NÃO ACREDITO NA MÍDIA! 



junho 20, 2013

TEMPO DE CLAMAR PELO BRASIL!

Convido você para juntos proclamarmos 01 semana de 

jejum pelo Brasil começando nesta sexta feira (20.06.13)! 

Quem vem comigo?





junho 08, 2013

Amplos setores da imprensa tentaram cassar dos evangélicos o direito de dizer “não”. Agrediram os fatos, a democracia e os seus leitores

07/06/2013
 às 7:24


Vejam esta imagem.

A grande imprensa brasileira, com as exceções costumeiras, escreveu um capítulo vergonhoso de sua história na quarta-feira. Cerca de 70 mil pessoas — segundo estimativas da Polícia Militar do Distrito Federal (nesta sexta, publicarei um vídeo; aguardem um pouco) — participaram de uma manifestação em Brasília em defesa da liberdade de expressão, da liberdade religiosa, da família tradicional e da vida (leia-se: contra o aborto). Num dia útil, certamente arcando com o custo de faltar ao trabalho — ninguém ali tinha o “ponto” abonado nem estava sendo pago por partido —, milhares de pessoas atenderam à convocação de diversas denominações cristãs para expressar o seu ponto de vista sobre temas que estão em debate na sociedade e que são do interesse dos brasileiros. Não obstante, aquelas 70 mil pessoas foram praticamente ignoradas pelo jornalismo. A IRONIA: UMA DAS PALAVRAS DE ORDEM DA CONCENTRAÇÃO ERA ESTA: CONTRA O CONTROLE DA MÍDIA.
Reproduzo palavras do pastor Silas Malafaia, um dos organizadores do evento:
“Senhores da imprensa, nós, que somos chamados de fundamentalistas, queremos uma imprensa livre até para falar mal de nós. Nós não queremos cercear imprensa, não. Agora, eu fico vendo esses esquerdopatas, que querem o controle da mídia para controlar o conteúdo… Eles estão pensando que o Brasil é Nicarágua, Venezuela, Bolívia, Equador e Argentina. Aqui, não! Imprensa livre, sempre livre!”
Não saiu praticamente uma linha do que disse Malafaia sobre o assunto. Também se omitiram as críticas muito duras que ele fez aos mensaleiros (voltarei a tratar do assunto em outro post). Setenta mil pessoas pediram em coro cadeia para a quadrilha — enquanto Luís Roberto Barroso, na CCJ do Senado, dizia que o STF foi muito duro com aqueles patriotas. E também isso se omitiu. Publicarei, reitero, um vídeo com trechos da fala de Malafaia (a integra de sua intervenção está aqui).
Houve coisa pior do que omissão: uma reportagem do Estadão Online atribuiu ao pastor o que ele não disse, a saber: que união homoafetiva é crime. Não falou isso. Afirmou outra coisa: que não aceitava que sua opinião, que é contrária, fosse criminalizada, como faz o PLC 122.
Não há por que omitir os fatos. É evidente que uma concentração que tinha na sua pauta, também, a defesa da família tradicional (homem, mulher e sua prole) opõe-se ao casamento e ao ativismo gays. E isso foi dito lá de maneira clara e inequívoca. Era um aspecto importante do protesto, mas era um deles. Não é menos evidente que a esmagadora maioria da imprensa considera essa opinião “conservadora”, “reacionária”, “atrasada” — escolham aí o adjetivo. O mesmo se diga sobre o aborto, duramente atacado no evento. Eis outro item da pauta dita “progressista” — nunca ninguém conseguiu me explicar por que o mundo e a moral progridem com a morte de fetos…
A imprensa — ou “as imprensas” — tenha a agenda que quiser! Como afirmou o pastor, que ela seja livre até para falar mal das opiniões e das pessoas da praça. Mas omitir??? Fazer de conta, como se fez, que a coisa não estava acontecendo??? Tratar a concentração como se estivesse um curso um evento corriqueiro, sem importância? Só não acho que ficou caracterizada a “censura” porque considero que a palavra cabe quando a interdição é aplicada pelo Estado. Mas se trata, sim, de um ânimo censor, que agride a essência do jornalismo.
Estaremos, agora, diante de um novo paradigma, que consistirá em esconder aquilo de que se discorda? Qual é a medida? Se 500 marcham nas ruas em defesa da maconha, a foto vai parar nas primeiras páginas — afinal, é a “pauta progressista”. Se 70 mil fazem um coro contra a descriminação das drogas — e isso também ocorreu —, faz-se de conta que nada aconteceu?
Pois é… Volta e meia, José Dirceu, o chefe de quadrilha do mensalão — até, ao menos, que eventuais e ilegais embargos infringentes não livrem a sua cara —, manda alguém escrever lá no seu blog um ataque qualquer à imprensa, pedindo o “controle da mídia”. Por incrível que pareça, a mídia que ele quer controlar se encarrega de reproduzir suas cretinices. Afinal, disse-me outro dia alguém, a imprensa tem de fazer isso para demonstrar que é isenta e não tem preconceitos…
Ah, bom! Agora entendi! Para mostrar que é isenta e não tem preconceitos, até os ataques de Dirceu à liberdade de expressão são… livremente expressos! Mas os 70 mil da praça, que falaram EM DEFESA da liberdade de expressão, ah, esses foram tratados com menoscabo ou com desrespeito mesmo: “Afinal, não pensam o que pensamos; têm uma pauta reacionária…”.
O que pretende para si mesma a imprensa que age desse modo? Digam-me cá: os 70 mil que foram para a praça, numa quarta-feira gorda, tinham sido convocados por quem? Pelos jornais, TVs e sites noticiosos já tradicionais? Acho que não! As igrejas evangélicas têm seus próprios sistemas de comunicação e não dependem da boa vontade de estranhos para existir. Tratou-se de uma omissão vergonhosa, constrangedora. E, claro, havia jornalistas em penca lá.
Essência da democracia
A essência da democracia é o dissenso. O papel da imprensa não é exercer uma censura informal sobre a diversidade de opiniões. Ao contrário. Converter o espaço noticioso em área de militância é um comportamento fascistoide, que agride o fundamento da pluralidade e da liberdade.
Faltassem-nos exemplos, deveríamos olhar para o governo de Barack Obama, nos EUA. Em nome das liberdades civis que estariam ameaçadas no governo Bush; em nome da pluralidade, que estaria sendo agredida pelos supostos fundamentalistas de Bush; em nome da, santo Deus!, da diversidade, à qual os republicanos de Bush seriam hostis, ONGs, movimentos sociais, imprensa, academia, intelectuais etc. se juntaram num grande coro de adoração ao candidato e depois presidente da República e à sua agenda progressista.
Quis o destino — que, para mim, sempre foi a lógica dos fatos — que aquele grande progressista liderasse o governo que montou o mais amplo, profundo e nefasto sistema de espionagem no país, que inclui a perseguição a adversários por organismos do estado e a invasão do sigilo de jornalistas.
A liberdade é e será sempre o direito de divergir. Infelizmente, amplos setores da imprensa tentaram cassar dos evangélicos esse direito. Para estes, a agressão foi irrelevante porque, reitero, não dependem dessa visibilidade para existir. Para o jornalismo, no entanto, a coisa é séria: há o risco de que o paradigma da pluralidade esteja se perdendo. Os cristãos, sempre que julgarem necessário, voltarão às praças. Espero que essa imprensa de agenda tenha como voltar a seus leitores.
Por Reinaldo Azevedo

Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/amplos-setores-da-imprensa-tentaram-cassar-dos-evangelicos-o-direito-de-dizer-nao-agrediram-os-fatos-a-democracia-e-os-seus-leitores/

maio 16, 2013

Suposta vítima desmente acusação contra Pr Marcos Pereira!


Suposta vítima de estupro do pastor Marcos Pereira grava depoimento e desmente acusações: “Não é justo, é inveja, é armação”. Assista na íntegra!


maio 15, 2013

PORQUE IR À IGREJA?


Um frequentador de igreja escreveu para o editor de um jornal e declarou que não faz sentido ir 

aos cultos todos os domingos.

"Eu tenho ido à igreja por 30 anos e durante este tempo devo ter ouvido uns 3.000 sermões

mas, por minha vida, com exceção de um ou outro, eu não consigo lembrar da maioria deles... 

Assim, eu penso que estou perdendo meu tempo e os pastores também estão desperdiçando o 

tempo deles".


Esta carta iniciou uma grande controvérsia na 


coluna "Cartas ao Editor", para alegria do editor 

chefe do jornal, que recebeu diversas cartas, das 

quais, ele decidiu publicar esta resposta de um 

outro leitor: 



"Eu estou casado há mais de 30 anos. Durante 

este tempo minha esposa deve ter cozinhado 

umas 3.000 refeições. Mas, por minha vida, com 

exceção de uma ou outra, eu não consigo me lembrar da maioria delas, mas de uma coisa eu 

sei, todas elas me nutriram e me deram a força que eu precisava para fazer o meu trabalho. Se 

minha esposa não tivesse me dado estas refeições, eu e nossos filhos estaríamos desnutridos ou 

mortos. Da mesma maneira, se eu não tivesse ido à Igreja para alimentar minha alma e de minha 

família, estaríamos hoje em terríveis condições espirituais".


"Nem só de pão viverá o homem, 
mas de toda a palavra que sai da boca de Deus".

                                                                                                           Mateus 4.4


* Autor desconhecido

maio 12, 2013

É preciso ouvir o outro lado da moeda! Pastor acusado de estupro!

Queria ver se a Ana Maria Braga, Fatima Bernardes, Luciana Gimenez e outras mais das emissoras de TV deste país tem coragem de chamar a esposa do Pr Marcos Pereira pra uma entrevista!! #Fica#a#Dica   


Vamos compartilhar o máximo possível até chegar nas emissoras!!! COMPARTLHE!

maio 09, 2013

Pastor Marcos Pereira!


Essa é a minha oração! Se ele (Pastor Marcos

Pereira) é inocente que o nosso Deus o cubra

e traga de volta a sua honra. Se não, que seja

público que aquele que "usa de engano não 

permanece na casa do Senhor" (Salmos 

101.7). Que ele esteja coberto pelas nossas

 orações e súplicas, pois o inferno já tem 

comandado os seus planos contra os líderes

evangélicos. Aquele que pensa estar de pé,

 cuide para que não caia, assim está

escrito: 1 Corintios 10.12


maio 02, 2013

Mulher criada por homossexuais pede que governo proteja verdadeiro matrimônio


sábado, 27 de abril de 2013


Uma mulher canadense que foi criada em família homossexual se dedica agora
a auxiliar outras pessoas que atravessam a mesma situação e a pedir aos
governos do mundo que protejam o matrimônio entre homem e mulher.

Segundo informa ForumLibertas.ogr, Dawn Stefanowicz vive em Ontario,
Canadá, com seu marido de toda a vida e seus dois filhos, aos que
educou em casa. Atualmente prepara sua autobiografia e desenvolve um
ministério especial desde o sítio web (em inglês) http:/www.dawnstefanowicz.com/:

Brinda ajuda a outras pessoas que como ela cresceram a cargo de um pai
homossexual e foram expostas a este estilo de vida.

Stefanowicz explica no sítio web “como em sua infância esteve exposta a
intercâmbios de parelhas gays, jogos nudistas e falta de afirmação em sua
feminindade, como lhe feriu o estilo de vida em que cresceu, e oferece
ajuda, conselho e informação para outras pessoas que cresceram feridas
em torno da 'família' gay, um estilo de 'família' que ela não deseja a ninguém
e que crê que as leis não deveriam apoiar”.

Seu testemunho:

Em seu relato, Stefanowicz explica que
devido a uma enfermidade grave de sua mãe
teve de ficar ao cuidado de seu pai homossexual
quando ainda era uma criança. “Estive exposta
um alto risco de enfermidades de transmissão
sexual devido ao abuso sexual, aos comportamentos
de alto risco de meu pai e a numerosas parelhas”, relata.

“Incluso quando meu pai estava no que pareciam relações monogâmicas, 
continuava  fazendo 'cruising' buscando sexo anônimo. Cheguei a me 
preocupar profundamente, a amar e entender com compaixão meu pai. 
Compartilhava comigo o que lamentava da vida. Infelizmente, quando 
crianças uns adultos abusaram sexual e fisicamente dele. Devido 
a isto, vivei com depressão, problemas de 
controle, estalidos de raiva, tendências suicidas e compulsão sexual. 
Tentava satisfazes sua necessidade pelo afeto de seu pai, por sua afirmação 
e atenção, com relações promíscuas e transitórias. As (ex) parelhas de meu pai, 
com os que tratei e cheguei a apreciar com sentimentos profundos, viram suas 
vidas drasticamente encurtadas pela AIDS e pelo suicídio. Tristemente, meu 
pai morreu de AIDS em 1991”, recorda.

Segundo Stefanowicz, as “experiências pessoais, profissionais e sociais com
meu pai não me ensinaram o respeito pela moralidade, pela autoridade, pelo
matrimônio e pelo amor paterno. Me sentia temerosamente silenciada porque
meu pai não me permitia falar dele, seus companheiros de casa, seu estilo
de vida e seus encontros nessa subcultura. Enquanto vivi em casa, tive
que viver segundo suas regras”.

“Sim, amava meu pai. Mas me sentia abandonada e desprezada porque meu
pai me deixava sozinha para ficar vários dias com seus parceiros. Suas
parelhas realmente não se interessavam por mim. Fui machucada
por maltrato doméstico homossexual, as tentativas sexuais com menores
e a perdida de parelhas sexuais como se as pessoas fossem só coisas para
se usar. Busquei consolo, busquei o amor de meu pai em diversos namorados
a partir dos 12 anos”, sustenta.

Stefanowicz recorda que “desde cedo, me expôs a conversas sexualmente
explícitas, estilos de vida hedonistas, subculturas GLBT e lugares de férias
gay. O sexo me parecia gratuito quando crianças. Me expus a manifestações
de sexualidade de todo tipo inclusive sexo em casas de banho, travestismo,
sodomia, pornografia, nudismo gay, lesbianismo, bissexualidade, voyeurismo
e exibicionismo. Se aludi ao sadomasoquismo e se mostravam alguns aspectos.
As drogas e o álcool contribuiam a baixar as inibições nas relações de meu pai”.

“Meu pai apreciava o vestir unisex, os aspectos de
gênero neutro, e o intercâmbio de roupas quando tive
8 anos. Eu não via o valor das diferenças biologicamente
complementárias entre homem e mulher. Nem
pensava acerca do matrimônio. Fiz votos de não ter nunca
filhos, porque não cresci em um ambiente seguro,
sacrificial, centrado nas crianças”, assinala.

As consequências:

“Mais de duas décadas de exposição direta a estas experiências estressantes me
causaram insegurança, depressão, pensamentos suicidas, medo, ansiedade, baixa
autoestima, insônia e confusão sexual. Minha consciência e minha inocência
foram seriamente danificadas. Fui testemunha de que todos os outros membros
da família também sofriam”, sustenta Stefanowicz.

Ela assegura que só depois de ter tomado as decisões mais importantes de sua vida,
começou a dar-se conta de como a tinha afetado crescer neste ambiente.
“Minha cura implicou em mirar de frente a realidade, aceitar
as consequências a longo prazo e oferecer perdão. Podem
imaginar ser forçados a aceitar relações instáveis e práticas
sexuais diversas desde muito pequena e como afetou meu
desenvolvimento? Infelizmente, até que meu pai, suas
parelhas sexuais e minha mãe morreram, não pude
falar publicamente de minhas experiências”, explica.

“Afinal, as crianças serão as vítimas reais e os perdedores do matrimônio
legal do mesmo sexo. Que esperança posso oferecer a crianças inocentes 
sem voz? Governos e juizes devem defender o matrimônio entre homem 
e mulher e excluir todos os outros, pelo bem de nossas crianças”, conlui.

abril 25, 2013

LUTE PELOS SEUS FILHOS! LUTE PELAS CRIANÇAS BRASILEIRAS!


Estamos vivendo a cultura da morte neste país: querem matar a moral e a fé! Querem matar o futuro saudável de nossas crianças com as cartilhas libertinas que distribuem nas escolas; querem matar as nossas crianças através do aborto! Querem matar os sonhos das nossas crianças com a pedofilia! Lute pelas nossas crianças! ASSISTAM ESSE VÍDEO POR FAVOR!

abril 23, 2013

PEDIDO DE ORAÇÃO URGENTE!!!


Querid@s,
oremos por Carol, esposa do Wesley, filho do Pr. Claudio Leandro e Roseli Leandro. Os medicos confirmaram morte cerebral, ela está grávida de 6 meses e ontem o jornal A Tribuna de Santos publicou que os médicos fizeram uma cesária e o bebê está na UTI Neonatal. Cremos num Deus de milagres! Então, você que crê no Deus que ressuscita, ore por este milagre... obrigado!!


abril 18, 2013

Resposta a uma ex aluna minha!

Queridos,o texto a seguir é para todos os que estão decepcionados comigo. A resposta que dei (no Facebook) para a minha ex aluna (cobri o nome e a foto, não quero expô-la), serve pra você também. Eu sofro preconceitos diariamente e só meu marido e meus filhos sabem o que passo. Por isso, estou postando essa resposta a todos os demais que pensam como ela. 




"Querida, imagina! Eu não sou preconceituosa e se passei essa imagem te peço perdão aqui, publicamente! Até porque, eu sou a ultima pessoa deste mundo que não deve ser preconceituosa, pois sofro o preconceito todos os dias em decorrência da minha deficiência física. Sofro preconceito em filas de banco, no ônibus municipal, no olhar das pessoas, no tratamento que diariamente recebo de pessoas que acham que um deficiente físico é menos capaz do que pessoas fisicamente normais. Agora, eu luto sim contra o kit gay nas escolas porque acredito na FAMILIA TRADICIONAL estabelecida por Deus e penso que a escola não é para incutir pensamentos libertinos na mente das crianças! Luto sim, para que NÃO haja cotas para professores homossexuais nas escolas porque acredito que eles tenham que competir por capacidade junto com todos os demais. Luto sim, contra a PL 122, porque entendo que HOMOFOBIA não é ter uma opinião diferente da deles e sim exercer violência a ponto de espancar ou matar um homossexual, coisa que os evangélicos não fazem e como já tem sido dito pela imprensa inúmeras vezes, existem leis contra a violência para "todas" as pessoas e portanto, não se faz necessário criar uma lei para um grupo específico. Luto sim, pela liberdade de expressão e fé, garantida pela nossa Constituição, expressão esta, que eles desejam podar aos evangélicos. Luto sim, pela causa do Evangelho que eles escarnecem e desrespeitam. Penso que se eles escolheram ser homossexuais eles, então, precisam assumir suas escolhas e seguir em frente sem atacar a nossa fé e as nossas escolhas. Vivemos num país democrático e temos essa liberdade Sobre sua fala acima, eu já tive aluno homossexual sim e me relacionei muito bem com ele, sem nenhum tipo de problema ou constrangimento, nem pra mim e nem pra ele, pois sei respeitar a escolha das pessoas. Porém, saber respeitar não significa apoiar ou fazer apologia. Agora te pergunto: o que eles estão fazendo não é uma perseguição religiosa? Não é EVANGELHOFOBIA? Não é CRISTÃOFOBIA? Estamos caminhando numa direção neste país em que ser hetero ou cristão é motivo de ter que explicar, se comportar e calar diante daqueles que se nos opõe. Quero que você saiba que vou continuar postando a favor da FAMILIA TRADICIONAL, contra a PL 122, contra os privilégios que os ativistas gays estão requerendo e contra qualquer manifestação que venha podar o meu direito de cidadã. Você sabia que pra um deficiente físico passar numa circular com a carteirinha de gratuidade, ele tem que assinar atestado de pobreza? Sabia que a cada 2 anos temos que passar por um perito e provar que continuamos sendo deficientes físicos? Sabia que se a minha carteira de deficiente físico vencer hoje, amanhã não posso passa-la no ônibus apesar de continuar sendo deficiente? Você sabia que Deficiente Físico sofre preconceito muito mais acirrado do que os homossexuais? Querida, antes de nos decepcionarmos com uma pessoa precisamos primeiro conhecê-la. Você sabia que quando fui ganhar meu primeiro filho sofri preconceito no hospital pois eu afirmava que não podia ter parto normal por causa da deficiencia e as enfermeiras diziam: "É, mas a deficiencia não te impediu de fazer filho neh, agora aguenta" e que tive que provar que não era possível o parto normal? Voce sabia que as pessoas me paravam na rua e me perguntavam (quando me viam grávida), quem iria me ajudar a criar o fllho pois achavam que eu era mãe solteira, pois deficiente fisico, não pode encontrar o amor, não pode se casar, não tem o direito de ter uma vida normal. E tantos outros preconceitos enfrentei e ainda enfrento diariamente... pois então minha querida, não me venha falar em preconceito, pois não tenho nem em relação a mim mesma quanto mais aos outros. Eu sigo em frente lutando pelo que acredito e com a certeza de que ainda vou desagradar muita gente que faz apologia ao movimento gay. É preciso rever os conceitos que fazemos das pessoas. Amo os homossexuais, mas não concordo com suas práticas, pois a Bíblia chama de pecado e vivo neste mundo para pregar a salvação e a libertação do pecado. Respeite a minha fé".

abril 14, 2013

O Jugo Desigual



Não se ponham em jugo desigual com descrentes. Pois o que têm em comum a justiça e a maldade? Ou que comunhão pode ter a luz com as trevas? Que harmonia entre Cristo e Belial? Que há de comum entre o crente e o descrente?  2 Coríntios 6:14-15

        
Com base no texto do apóstolo Paulo acima citado, me pus a pensar sobre o “jugo desigual”.
    Paulo escreveu esta segunda epístola à Igreja de Corinto e aos crentes de toda a Acaia, conforme registrado em 2 Coríntios 1.1. O propósito desta carta referia-se a três classes de pessoas em Corinto: a) Paulo escreveu para encorajar a maioria da Igreja que era fiel; b) Escreveu para contestar e desmascarar os falsos apóstolos que insistiam em difamá-lo. c) Escreveu, também com o propósito de repreender a minoria na igreja que estava influenciada pelos discursos dos falsos apóstolos, visto que já não queriam mais acatar a sua autoridade e correção.
    Dentro deste contexto de repreensão, Paulo aborda o JUGO DESIGUAL! Mas, o que vem a ser este jugo desigual com os infiéis? Podemos pensar nas associações de negócios entre crentes e descrentes ou na área do relacionamento amoroso. Quero me deter neste segundo ponto e, focar o relacionamento do crente com alguém que não professa a mesma fé.
Infelizmente, vivemos dias em que não se valoriza mais a santidade e o temor do Senhor tem sido lançado para longe da prática de vida cristã orientada a cada nascido de novo.
   Um exemplo de “jugo desigual” concernente ao namoro trata-se da incompatibilidade da fé. O relacionamento de cristãos com não cristãos ou evangélicos com não evangélicos é uma opção de jugo desigual. A exemplo disso, podemos citar um jovem evangélico que namora uma moça católica. Os conflitos se instauram em todos os momentos: Onde se casarão, na igreja evangélica ou na católica? Em qual igreja seus filhos serão criados, na evangélica ou na católica? Ele terá em sua casa altares com santos católicos para agradar a esposa? Enfim, vários transtornos surgirão no decorrer da vida de casados, culminando, muitas vezes, em separação até porque, jamais conseguirão cultuar juntos sem que um deles abra mão da fé que recebeu. E nem entro na questão dos familiares, como sogra, sogro, cunhados que certamente farão pressão durante toda a vida do casal querendo um dos cônjuges ceda ao outro.
  Falando francamente quando um(a) jovem crente se associa em relacionamento de jugo desigual algo não está bem em sua comunhão com Deus, pois bem sabemos o que a Bíblia nos ensina sobre esse tipo de associação. Menciono a seguir sete razões porque Deus condena o jugo desigual ou porque nos orienta a não nos associarmos com os descrentes. Vejamos:

1.     O jugo desigual conduz a idolatria!

      A Bíblia nos ensina que não devemos nos prostrar diante de imagens e nem prestar cultos a elas. Como está escrito,



Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o SENHOR teu Deus, sou Deus zeloso”. (Êxodo 20:3-5)


Algumas religiões afirmam que ao possuírem “imagens de escultura” e se prostrarem diante delas não as estão adorando, mas sim, venerando-as. Ora, ao consultarmos o dicionário da língua portuguesa, logo descobriremos que “venerar” é um verbo transitivo direto que significa “tributar grande respeito a; render culto a; reverenciar” e “adorar” trata-se, também, de um verbo transitivo direto e significa “prestar culto a, reverenciar, venerar”. Portanto, são palavras sinônimas. Desta forma quando um evangélico se associa, por exemplo, a uma pessoa que professa a fé católica, se prende a um jugo desigual. Afinal, existe aqui uma incompatibilidade de fé e fidelidade a Deus.
     Além disso, a Palavra de Deus nos orienta a que não façamos alianças com os que não professam a nossa fé:

Para que não faças aliança com os moradores da terra, e quando eles se prostituirem após os seus deuses, ou sacrificarem aos seus deuses, tu, como convidado deles, comas também dos seus sacrifícios, E tomes mulheres das suas filhas para os teus filhos, e suas filhas, prostituindo-se com os seus deuses, façam que também teus filhos se prostituam com os seus deuses” (Êxodo 34:15-16).

“E Israel deteve-se em Sitim e o povo começou a prostituir-se com as filhas dos moabitas. Elas convidaram o povo aos sacrifícios dos seus deuses; e o povo comeu, e inclinou-se aos seus deuses. Juntando-se, pois, Israel a Baal-peor, a ira do SENHOR se acendeu contra Israel. Disse o SENHOR a Moisés: Toma todos os cabeças do povo, e enforca-os ao SENHOR diante do sol, e o ardor da ira do SENHOR se retirará de Israel. Então Moisés disse aos juízes de Israel: Cada um mate os seus homens que se juntaram a Baal-peor. E eis que veio um homem dos filhos de Israel, e trouxe a seus irmãos uma midianita, à vista de Moisés, e à vista de toda a congregação dos filhos de Israel, chorando eles diante da tenda da congregação. Vendo isso Finéias, filho de Eleazar, o filho de Arão, sacerdote, se levantou do meio da congregação, e tomou uma lança na sua mão; E foi após o homem israelita até à tenda, e os atravessou a ambos, ao homem israelita e à mulher, pelo ventre; então a praga cessou de sobre os filhos de  Israel” (Números 25:1-8).

“E o SENHOR teu Deus as tiver dado diante de ti, para as ferir, totalmente as destruirás; não farás com elas aliança, nem terás piedade delas; Nem te aparentarás com elas; não darás tuas filhas a seus filhos, e não tomarás suas filhas para teus filhos; Pois fariam desviar teus filhos de mim, para que servissem a outros deuses; e a ira do SENHOR se acenderia contra vós, e depressa vos consumiria” (Deuteronômio 7:2-4).

Habitando, pois, os filhos de Israel no meio dos cananeus, dos heteus, e amorreus, e perizeus, e heveus, e jebuseus, Tomaram de suas filhas para si por mulheres, e deram as suas filhas aos filhos deles; e serviram aos seus deuses. E os filhos de Israel fizeram o que era mau aos olhos do SENHOR, e se esqueceram do SENHOR seu Deus; e serviram aos baalins e a Astarote. Então a ira do SENHOR se acendeu contra Israel, e ele os vendeu na mão de Cusã-Risataim, rei da mesopotâmia; e os filhos de Israel serviram a Cusã-Risataim oito anos” ( Juízes 3:5-8).

2.     O jugo desigual é uma armadilha:

“Não façam aliança com eles nem com os seus deuses. Não deixem que esses povos morem na terra de vocês, senão eles os levarão a pecar contra mim, porque prestar culto aos deuses deles será uma armadilha para vocês” 
(Êxodo 23:32-33).

“Eles não destruíram os povos, como o Senhor tinha ordenado, em vez disso, misturaram-se com as nações e imitaram as suas práticas. Prestaram culto aos seus ídolos, que se tornaram uma armadilha para eles  (Salmos 106:34-36).

        Penso ser até desnecessária qualquer explicação diante dos textos
acima citados. A Bíblia é clara quando nos alerta sobre o perigo que algumas circunstâncias ou relacionamentos que se apresentam diante de nós diariamente podem nos afastar de Deus e daquilo que Ele planejou para nós.

3.     O jugo desigual é escravizador:

         Nada mais forte do que um relacionamento ou um sentimento que domina o coração a ponto de escravizar as forças, as decisões e a fidelidade a Deus do que o jugo desigual. Jovens apegam-se ao carinho, ao desejo da carne, a um sentimento aparentemente infindável e caem num grande abismo, numa areia movediça. Pois ao partir para o casamento e descobrir que foi enlaçado por uma armadilha de âmbito espiritual, o cônjuge se vê infeliz, vestido de sentimentos de culpas e por conseqüência não consegue fazer feliz a pessoa que outrora lhe parecia ser o par perfeito. Por esta causa o jugo desigual é escravizador.

pois eles, com palavras de vaidosa arrogância e provocando os desejos libertinos da carne, seduzem os que estão quase conseguindo fugir daqueles que vivem no erro. Prometendo-lhes liberdade, eles mesmos são escravos da corrupção, pois o homem é escravo daquilo que o domina (2 Pedro 2:18-19).

4.     O jugo desigual é contaminador:

         Manter-se separado ou esperar em Deus para um casamento segundo o coração do Senhor preserva-nos de sermos contaminados pelas práticas de vida desta geração. Uma geração que se relaciona sexualmente no namoro e já não se importa com a santidade. Como pode um jovem crente se guardar para a sua esposa estando namorando uma moça que não se importa em se preservar? A Bíblia nos trás vários exemplos de relacionamentos que contaminaram alguns homens de Deus. Dentre eles, poderíamos citar Sansão ou até mesmo Salomão, como vemos no capitulo 11 de 1 Reis que diz:
           

Ora, além da filha de Faraó, amou Salomão muitas mulheres estrangeiras:   moabitas, amonitas, edomitas, sidônita e hetéias, mulheres das nações de que       havia o Senhor dito a Israel: não caseis com elas, nem casem elas convosco, pois vos perverteriam o coração, para seguirdes os seus deuses. A estas se         apegou Salomão pelo amor (1 Rs. 11.1,2).

Outro exemplo é quando Esdras descobre que algo estava errado com a nação de Israel que voltara do exílio babilônico e era o pecado do casamento misto

Depois que foram feitas essas coisas, os líderes vieram dizer-me: O povo de Israel, inclusive os sacerdotes e os levitas, não se mantiveram separados dos povos vizinhos e suas práticas repugnantes, como as dos cananeus, dos hititas, dos ferezeus, dos jebuseus, dos amonitas, dos moabitas, dos egípcios e dos amorreus. Eles e seus filhos se casaram com mulheres daqueles povos e com eles misturaram a descendência santa (Esdras 9:1-2).

5.     Envergonha os pais:

    Neste aspecto nem há muito que comentar. Porém, quero destacar a tristeza dos pais ao verem o (a) filho (a) que cuidaram com tanto carinho, afastando-se e indo cada vez mais para longe do Senhor. A vergonha de vê-los consagrarem seus filhos a deuses estranhos ou a permitir em sua casa práticas das quais não fora ensinado. Você já parou para pensar nos sentimentos de seus pais? Já se aconselhou com eles sobre esse assunto? Por esta causa, permaneço com a Palavra de Deus que diz:

O que guarda a lei é filho sábio, mas o companheiro dos desregrados envergonha a seu pai  (Provérbios 28:7).

6.     Provoca a ira de Deus:
        
     Em Deuteronômio capítulo 7 o Senhor alertava os pais a que instruíssem seus filhos para não se casarem com as pessoas das nações vizinhas, pois isto lhes faria desviarem-se do temor do Senhor e despertaria a ira de Deus. Vejamos:


E a ira do SENHOR se acenderia contra vós, e depressa vos consumiria  (Deuteronômio 7:2-4).

E disse o SENHOR a Moisés: Eis que dormirás com teus pais; e este povo se levantará, e prostituir-se-á indo após os deuses estranhos na terra, para cujo meio vai, e me deixará, e anulará a minha aliança que tenho feito com ele.
Assim se acenderá a minha ira naquele dia contra ele, e desampará-lo-ei, e esconderei o meu rosto dele, para que seja devorado; e tantos males e angústias o alcançarão, que dirá naquele dia: Não me alcançaram estes males, porque o meu Deus não está no meio de mim?  (Deuteronômio 31:16-17).

Isto significava que Deus os haveria de entregar à sua própria sorte. Não os protegeria; nem lutaria em favor deles e tão pouco haveria comunhão entre eles e Deus. Portanto, o jugo desigual provoca a separação entre o adorador e seu Deus.

       7.     Colhem os seus frutos:

    Todas as nossas escolhas implicam em consequências. Sejam elas boas ou não, certamente colheremos dos seus frutos. O jugo desigual traz conflitos no casamento; desigualdade de culto, de práticas e de sentimentos. Este é o preço daquele que insiste em aparentar-se com pessoas que não professam a mesma fé.


"Se, todavia, vocês se afastarem e se aliarem aos sobreviventes dessas nações que restam no meio de vocês, e se casarem com eles e se associarem com elesestejam certos de que o Senhor, o seu Deus, já não expulsará essas nações de diante de vocês. Ao contrário, elas se tornarão armadilhas e laços para vocês, chicote em suas costas e espinhos em seus olhos, até que vocês desapareçam desta boa terra que o Senhor, o seu Deus, deu a vocês (Josué 23:12-13).


O anjo do Senhor subiu de Gilgal a Boquim e disse: Tirei vocês do Egito e os trouxe para a terra que prometi com juramento que daria a seus antepassados. Eu disse: Jamais quebrarei a minha aliança com vocês. E vocês não farão acordo com o povo desta terra, mas demolirão os altares deles. Por quê vocês não me obedeceram? Portanto, agora lhes digo que não os expulsarei da presença de vocês; eles serão seus adversários, e os deuses deles serão uma armadilha para vocês (Juízes 2:1-3).

         Pense bem! Não se coloque em jugo desigual! Espere no Senhor. Não insista com este namoro, mas, elimine todos os meios pelo qual ele tem sido nutrido. Tome uma atitude bíblica que afirma Paulo em 2 Coríntios:

       Por isso saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; E não toqueis nada imundo, E eu vos receberei; E eu serei para vós Pai, E vós sereis para mim filhos e filhas, Diz o Senhor Todo-Poderoso. (2 Co. 6:17,18).
     
 É necessário romper essa aliança que te afasta de Deus, mesmo que de momento isso seja sofrido, dolorido. Jesus sofreu muito mais em nosso favor. O jugo desigual trás consequências sérias e, muitas vezes, culmina em divórcio, amarguras e ressentimentos. Por isso, reflita sobre a sua conduta e como está escrito em 2 Timóteo:

"na esperança de que Deus lhes conceda o arrependimento, levando-os ao conhecimento da                              verdade, para que assim voltem à sobriedade e escapem da armadilha do diabo, que os aprisionou para fazerem a sua vontade (2 Timóteo 2:25-26).


                                                    Pastora Rose Prado