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maio 02, 2013

Mulher criada por homossexuais pede que governo proteja verdadeiro matrimônio


sábado, 27 de abril de 2013


Uma mulher canadense que foi criada em família homossexual se dedica agora
a auxiliar outras pessoas que atravessam a mesma situação e a pedir aos
governos do mundo que protejam o matrimônio entre homem e mulher.

Segundo informa ForumLibertas.ogr, Dawn Stefanowicz vive em Ontario,
Canadá, com seu marido de toda a vida e seus dois filhos, aos que
educou em casa. Atualmente prepara sua autobiografia e desenvolve um
ministério especial desde o sítio web (em inglês) http:/www.dawnstefanowicz.com/:

Brinda ajuda a outras pessoas que como ela cresceram a cargo de um pai
homossexual e foram expostas a este estilo de vida.

Stefanowicz explica no sítio web “como em sua infância esteve exposta a
intercâmbios de parelhas gays, jogos nudistas e falta de afirmação em sua
feminindade, como lhe feriu o estilo de vida em que cresceu, e oferece
ajuda, conselho e informação para outras pessoas que cresceram feridas
em torno da 'família' gay, um estilo de 'família' que ela não deseja a ninguém
e que crê que as leis não deveriam apoiar”.

Seu testemunho:

Em seu relato, Stefanowicz explica que
devido a uma enfermidade grave de sua mãe
teve de ficar ao cuidado de seu pai homossexual
quando ainda era uma criança. “Estive exposta
um alto risco de enfermidades de transmissão
sexual devido ao abuso sexual, aos comportamentos
de alto risco de meu pai e a numerosas parelhas”, relata.

“Incluso quando meu pai estava no que pareciam relações monogâmicas, 
continuava  fazendo 'cruising' buscando sexo anônimo. Cheguei a me 
preocupar profundamente, a amar e entender com compaixão meu pai. 
Compartilhava comigo o que lamentava da vida. Infelizmente, quando 
crianças uns adultos abusaram sexual e fisicamente dele. Devido 
a isto, vivei com depressão, problemas de 
controle, estalidos de raiva, tendências suicidas e compulsão sexual. 
Tentava satisfazes sua necessidade pelo afeto de seu pai, por sua afirmação 
e atenção, com relações promíscuas e transitórias. As (ex) parelhas de meu pai, 
com os que tratei e cheguei a apreciar com sentimentos profundos, viram suas 
vidas drasticamente encurtadas pela AIDS e pelo suicídio. Tristemente, meu 
pai morreu de AIDS em 1991”, recorda.

Segundo Stefanowicz, as “experiências pessoais, profissionais e sociais com
meu pai não me ensinaram o respeito pela moralidade, pela autoridade, pelo
matrimônio e pelo amor paterno. Me sentia temerosamente silenciada porque
meu pai não me permitia falar dele, seus companheiros de casa, seu estilo
de vida e seus encontros nessa subcultura. Enquanto vivi em casa, tive
que viver segundo suas regras”.

“Sim, amava meu pai. Mas me sentia abandonada e desprezada porque meu
pai me deixava sozinha para ficar vários dias com seus parceiros. Suas
parelhas realmente não se interessavam por mim. Fui machucada
por maltrato doméstico homossexual, as tentativas sexuais com menores
e a perdida de parelhas sexuais como se as pessoas fossem só coisas para
se usar. Busquei consolo, busquei o amor de meu pai em diversos namorados
a partir dos 12 anos”, sustenta.

Stefanowicz recorda que “desde cedo, me expôs a conversas sexualmente
explícitas, estilos de vida hedonistas, subculturas GLBT e lugares de férias
gay. O sexo me parecia gratuito quando crianças. Me expus a manifestações
de sexualidade de todo tipo inclusive sexo em casas de banho, travestismo,
sodomia, pornografia, nudismo gay, lesbianismo, bissexualidade, voyeurismo
e exibicionismo. Se aludi ao sadomasoquismo e se mostravam alguns aspectos.
As drogas e o álcool contribuiam a baixar as inibições nas relações de meu pai”.

“Meu pai apreciava o vestir unisex, os aspectos de
gênero neutro, e o intercâmbio de roupas quando tive
8 anos. Eu não via o valor das diferenças biologicamente
complementárias entre homem e mulher. Nem
pensava acerca do matrimônio. Fiz votos de não ter nunca
filhos, porque não cresci em um ambiente seguro,
sacrificial, centrado nas crianças”, assinala.

As consequências:

“Mais de duas décadas de exposição direta a estas experiências estressantes me
causaram insegurança, depressão, pensamentos suicidas, medo, ansiedade, baixa
autoestima, insônia e confusão sexual. Minha consciência e minha inocência
foram seriamente danificadas. Fui testemunha de que todos os outros membros
da família também sofriam”, sustenta Stefanowicz.

Ela assegura que só depois de ter tomado as decisões mais importantes de sua vida,
começou a dar-se conta de como a tinha afetado crescer neste ambiente.
“Minha cura implicou em mirar de frente a realidade, aceitar
as consequências a longo prazo e oferecer perdão. Podem
imaginar ser forçados a aceitar relações instáveis e práticas
sexuais diversas desde muito pequena e como afetou meu
desenvolvimento? Infelizmente, até que meu pai, suas
parelhas sexuais e minha mãe morreram, não pude
falar publicamente de minhas experiências”, explica.

“Afinal, as crianças serão as vítimas reais e os perdedores do matrimônio
legal do mesmo sexo. Que esperança posso oferecer a crianças inocentes 
sem voz? Governos e juizes devem defender o matrimônio entre homem 
e mulher e excluir todos os outros, pelo bem de nossas crianças”, conlui.

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