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quinta-feira, 24 de novembro de 2016

"O Homem com o cordel de medir"

Hoje, durante os afazeres do lar me veio à mente o texto de Ezequiel 47. 1-9. Deus trouxe ao profeta a visão de um rio vivificador que saia do templo. E, nos versos 2 ao 5 ele observava que à medida em que o rio avançava ia aumentando em profundidade e largura. Nos versos 6 e 7, o Homem que tinha na sua mão o cordel de medir trás o profeta de volta à margem e posteriormente, nos versículos 8 e 9 é dito a Ezequiel que este rio levava águas saradoras por onde quer que passasse.
Fiquei pensando na visão do profeta! E confesso, já ouvi muitas mensagens sobre este tema e também já preguei tantas outras sobre esta passagem bíblica. Mas, hoje, quando este texto me veio à mente, ele veio renovado e o vi de uma forma completamente diferentes das demais vezes.
Meditando nos versos 2 ao 5, me deparei com os níveis de dificuldades que encontramos frente aos problemas da vida. Por vezes, passamos por situações contrárias, mas que são contornáveis porque “as águas estão nos tornozelos” e podemos de uma forma ou de outra mudar o passo e pular a situação vencendo suas fracas ondas em nossos pés! Contudo, em algumas ocasiões os problemas se intensificam indo até “os nossos joelhos”. Momento em que as águas se tornam pesadas e exigem de nós uma força maior para mudarmos os passos. Mas sabemos que é necessário prosseguir e assim, vencemos as águas das dificuldades, orando, clamando e seguindo em frente. Todavia, há vezes em os problemas nos envolvem de forma tal, que sentimos “as águas nos quadris”. Estamos tão cercados de problemas, de preocupações, de cansaço pela dura caminhada que forçamos o corpo contra as águas, insistindo na vitória. Olhamos para os lados e não vemos apoio, não encontramos companheirismo e nem há a possibilidade de voltar atrás. Seguimos em frente até mesmo com a pouca força que nos resta porque acreditamos que Deus está conosco. Porém, nem sempre nos deparamos com a
vitória à nossa frente pois os problemas tomam proporções gigantescas, parece que não há saída e as águas se tornam profundas e começamos “a nadar” na adversidade. Estamos tão submersos na situação que não há outra alternativa que não seja apenas confiar em Deus e deixar que Ele nos conduza em meio as águas turbulentas.
Então, eu me lembro dos versos 6 e 7 quando “o Homem que tem nas mãos o cordel de medir”, trás o profeta de volta à margem. Isto me faz pensar que são nesses momentos em que achamos que estamos nos afogando em águas profundas que o nosso Jesus, o Homem com o cordel de medir, vem e nos trás de volta à margem. Sim! Ele tem o cordel de medir! E Ele mede até onde podemos suportar. Ele sabe até onde e o quanto conseguimos nadar! Por isso não se desespere! Ele está medindo a sua fé e perseverança e Ele vai te trazer à margem!
Na visão de Ezequiel, na margem havia uma abundância de árvores e foi da margem que ele descobriu que aquelas águas em que ele estava eram águas saradoras. Não eram águas para afogar, para destruir... não! Eram águas saradoras! E toda criatura que entrasse naquelas águas receberia vida e cura!
É isso! Vida e cura! Para isso servem as circunstâncias adversas: para produzir em nós vida e cura. E o próprio Jesus é o Homem com o cordel de medir e nas águas está o Espírito Santo que nos fortalece em meio aos dias maus. Que sara as nossas feridas e que sempre nos trás à margem para experimentar da sua abundância e nos mostrar que todas as situações não são para nos derrotar, mas sim, para nos aprimorar no exercício da fé e nos capacitar na obra em prol do Reino de Deus.
Ezequiel 47.1-9
“Depois disto me fez voltar à porta da casa, e eis que saíam águas por debaixo do umbral da casa para o oriente; porque a face da casa dava para o oriente, e as águas desciam de debaixo, desde o lado direito da casa, ao sul do altar. E ele me fez sair pelo caminho da porta do norte, e me fez dar uma volta pelo caminho de fora, até à porta exterior, pelo caminho que dá para o oriente e eis que corriam as águas do lado direito. E saiu aquele homem para o oriente, tendo na mão um cordel de medir; e mediu mil côvados, e me fez passar pelas águas, águas que me davam pelos artelhos. E mediu mais mil côvados, e me fez passar pelas águas, águas que me davam pelos joelhos; e outra vez mediu mil, e me fez passar pelas águas que me davam pelos lombos. E mediu mais mil, e era um rio, que eu não podia atravessar, porque as águas eram profundas, águas que se deviam passar a nado, rio pelo qual não se podia passar. E disse-me: Viste isto, filho do homem? Então levou-me, e me fez voltar para a margem do rio. E, tendo eu voltado, eis que à margem do rio havia uma grande abundância de árvores, de um e de outro lado. Então disse-me: Estas águas saem para a região oriental, e descem ao deserto, e entram no mar; e, sendo levadas ao mar, as águas tornar-se-ão saudáveis. E será que toda a criatura vivente que passar por onde quer que entrarem estes rios viverá; e haverá muitíssimo peixe, porque lá chegarão estas águas, e serão saudáveis, e viverá tudo por onde quer que entrar este rio.

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Pastores divorciados são pastores reprovados ?



Pastores divorciados são pastores reprovados ?

Pela relevância do tema, preciso antes de analisá-lo, lembrar o contexto e a realidade  de desconfiança e incredulidade que se encontra a Igreja Cristã em nossos dias.
Hoje observamos que as pessoas, mesmos as cristãs, já não acreditam na eficácia e eficiência da Igreja como uma organização abençoadora e participante dos propósitos de Deus neste mundo. Antes, a consideram “falida” e ineficaz para propagar a Palavra de Deus e para cuidar de vidas.
Por que isso ocorreu? O que levou as pessoas a pensar desta forma?
Bem, são várias as respostas para estas questões, mas a que considero mais chocante é que a maioria dos cristãos perdeu a confiança em seus pastores e líderes, e não os consideram mais um “padrão” (exemplo) para os fiéis. Essa desconfiança fez com que não os respeitassem mais e não os considerassem como conselheiros e guias adequados para ajudá-los em seus dilemas e problemas diários.
E como os pastores e líderes perderam a confiança do rebanho de Cristo?
A resposta é que simplesmente não fizeram, não praticaram em suas vidas, o que ensinavam e pregavam aos demais irmãos. Foram incoerentes e inconseqüentes, e mais, foram infiéis ao que nos ensinam as Escrituras. Negaram com suas ações tudo aquilo que a vida inteira afirmaram ser a verdade bíblica, a verdade de Deus para a Igreja.
Uma destas incoerências se deu e se dá pela epidemia de pastores e ministros evangélicos que se separam e se divorciam de suas esposas e se casam com outra.
O divórcio e o adultério invadiram a igreja, enquanto ovelhas e pastores igualmente demonstraram pouco ou nenhum interesse para com esta contaminação, mais e mais ministros entraram para o sistema mundano do “casa-separa-casa-separa”, criando uma atmosfera de epidemia na igreja. A racionalização reinou suprema em detrimento da Palavra de Deus.
E aí então, entramos propriamente no assunto e questão principal deste artigo, ou seja, podem estes pastores e ministros prosseguirem pastoreando e liderando o povo de Deus após terem essas atitudes e postura?
A resposta é rápida e simples: NÃO !
E porque digo isso? Porque a Bíblia os considera repreensíveis para o ministério pastoral.
A seguir demonstro biblicamente, porque afirmo isso, enumerando algumas razões que impedem um pastor de continuar com seu ministério após se separar, se divorciar de sua esposa:


1ª RAZÃO:
Porque Ele passa a NÃO ser um exemplo dos fiéis.
Em I Tim. 4:12, Paulo exorta ao pastor Timóteo para que seja "...o padrão (exemplo) dos fiéis..." O homem que está no segundo, ou até no terceiro casamento, não pode ser exemplo dos fiéis, por não ser esta a vontade de Deus para o seu povo: Ele odeia o divórcio (Mal. 2:16). Os jovens de tal igreja estariam automaticamente, levantando a possibilidade de os seus futuros casamentos, se não derem certo "como o do pastor", o divórcio seria uma opção e ainda Deus os estaria ainda abençoando após algumas "tribulações..." Desastroso exemplo seria também para os que entrarão ou já estão no ministério pastoral. O Cristianismo verdadeiro não segue o lema de "faça o que eu digo mas não faça o que eu faço". Paulo disse "sede meus imitadores como eu sou de Cristo" (I Cor. 3:15). O ministério pastoral não é para qualquer um, mas para os que tem condições morais de dar exemplo (Heb. 13:7).

2ª RAZÃO: Porque ele NÃO é mais irrepreensível.
Em I Tim. 3:2 temos as qualificações para o pastor: "Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível..." A palavra traduzida por irrepreensível usada no texto acima é do grego "anepleptos". Ela aparece 3 vezes no Novo Testamento, a saber: I Tim. 3:2, 5:7 e 6:14. O significado é sempre o de alguém de quem não se pode falar nada contra, sem mancha, sem culpa, inacusável. Independente de ser ou não o causador do divórcio ( se é que existe tal condição ), o homem que passou por esta experiência não se encaixa nas exigências bíblicas, e será usado pelo diabo para escandalizar e envergonhar o Evangelho. Existe "pastor" que se casou em rebeldia contra os conselhos dos pais, de amigos e até de seus pastores atraindo as maldições do Senhor. Tal flagrante violação da vontade de Deus, tornou tal crente o único responsável pela falência do seu próprio casamento, desqualificando-o de uma vez por todas, para o exercício do pastorado.

3ª RAZÃO: Ele Não é mais marido de UMA SÓ mulher.
"Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher..." (I Tim. 3:2). A expressão "marido de uma mulher" significa muito mais do que o leitor superficial possa imaginar e não é como alguns afirmam equivocadamente “uma esposa de cada vez”. Ora, isso seria um convite e uma motivação para vários casamentos, e não penso que a Palavra de Deus concorda com esta teoria. O ensino é que a mulher com quem o bispo, pastor é casado é a sua primeira e única! Não tem nada a ver com a condenação de relacionamentos simultâneos, o que seria adultério. Entretanto, existe uma linha de interpretação aqui defendida por muitos, que situa esta orientação baseado numa suposta condenação da poligamia. Penso que seria um absurdo tão redundante e flagrante o pecado da poligamia que Paulo não precisaria se referir a ela para uma pessoa especial como o bispo. O que realmente está em jogo aqui é a conduta ilibada e irrepreensível do pastor no seu relacionamento singular com a sua primeira esposa. Em algumas versões bíblicas, o texto fica ainda mais claro e aparece assim: É preciso, porém, que o dirigente seja irrepreensível, esposo de uma única mulher... ou ainda, diz: É, porém, necessário que o inspetor seja irrepreensível, que não tenha sido casado senão uma vez...
Veja o verso afim em I Tim. 5:9. "...e só a que tenha sido mulher de um só marido." É óbvio que a viúva a que Paulo se refere, só poderia receber auxílio da igreja se tivesse vivido com um só homem. Por estar ele morto não haveria outro. Esta é a mesma construção gramatical que se refere a situação do pastor, apenas invertendo-se os substantivos. A ênfase em I Tim. 3:1 sobre a vida conjugal do pastor é tão flagrante, que a mesma palavra que é usada para expressar a unicidade da mulher da sua vida, é usada também em todas as vezes no Novo Testamento para expressar que marido e mulher se tornam uma só carne. O homem que se divorcia e se casa com outra mulher não reverte o se tornar uma só carne com a primeira, portanto ele não é mais marido de uma só mulher nem na singularidade nem na ordem numeral. Se voltasse para a primeira mulher cessaria o adultério, mas a desqualificação está selada para sempre.

3ª RAZÃO: Ele Não tem mais autoridade para orientar nem aconselhar.
Certo pastor, que estava no segundo casamento, teve a audácia de, ao pregar numa determinada igreja, mencionar a sua indignação ao se deparar com colegas que estavam no segundo casamento... Tal falta de honestidade e coerência nos faz lembrar a advertência do Mestre que disse "Ou como dirás ao teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho; estando uma trave no teu" (Mat. 7:5). O divorciado não pode pregar numa igreja como pastor, muito menos aconselhar os casais crentes sobre família, porque a sua não é mais exemplo. Se tentar aconselhar estará sendo hipócrita, se não aconselhar estará sendo omisso com o ministério mutilado.
Como um pastor divorciado poderá aconselhar um casal que está com problemas no casamento? Com que autoridade ele dirá para lutarem pelo seu casamento, para se perdoarem e buscarem a reconciliação se ele mesmo não conseguiu fazer isso? Como esse pastor aconselhará um jovem casal prestes a se casar orientando-os que o casamento é um compromisso até a morte se ele mesmo não cumpriu isso?
Não tem jeito, o Cristianismo não funciona segundo palavras vazias, mas com exemplo de vida. Mesmo que o homem não tenha se casado novamente, a situação de separação da primeira esposa já o desqualifica para o pastorado, pois não conseguiu, falhou, fracassou em “governar sua própria casa”.

4ª RAZÃO: Ele contradiz a própria Palavra que prega, por exercer, em rebeldia, uma posição para a qual Deus não o permite mais...
Quando o pastor sobe ao púlpito para pregar, ele não pode expressar as suas opiniões. Ele tem que entregar uma mensagem que não é a sua. Ele tem que pregar a Palavra de Deus em obediência a Cristo. Se o pregador está em rebeldia no seu viver, ele está desqualificado para pregar. Suas palavras são vazias e sem poder. Não importa o que a igreja pense, o tamanho da congregação, ou quantas conversões acontecem: o seu líder nessas condições está sem a bênção do Senhor, não importando os "sinais externos": os resultados não autenticam a fonte (I Cor. 3:13-15).
A verdade é que ele seria um desastre espiritual a médio e longo prazo para a Igreja que o aceitar. Não se pode colocar o pecado em compartimentos. Quando ele entra na igreja sob a forma de omissão e rebeldia contra a Palavra de Deus, qual fermento se espalha para vários outros setores. Com o pecado não se brinca. A tendência do homem é o pecado, principalmente na área de família e sexo. Na igreja isto também se verifica. Se a liderança não tem os padrões de Deus, a degeneração dos crentes é certa. Os líderes cristãos não podem ser egoístas, buscando seus interesses a curto prazo, nem status de liderança para encobrir pecados pessoais.
Se os padrões são decadentes, pode-se esperar que os crentes que se desenvolveram dentro do ambiente de tolerância com o pecado serão cada vez mais decadentes, frios e finalmente apóstatas. Veja as advertências do Senhor às 7 igrejas do Apocalipse. A igreja local também não deve aceitar um pastor divorciado. Eles estariam em rebeldia contra a Palavra de Deus, independente do número de votos que homologou a aceitação. Os crentes sérios que porventura pertençam a tal igreja deveriam imediatamente se retirar dela, recusando submeter-se a um líder desqualificado e não aprovado por Deus. O voto da maioria nesse caso não opera a vontade de Deus (Ex.23:2).


5ª RAZÃO: Ele desonra o gesto prudente de ex-pastores que abandonaram o ministério por fracassarem no casamento.
Há diversos casos de pastores que, apesar de terem o chamado de Deus para o ministério, tiveram a dignidade e a nobreza de abandoná-lo após se desqualificarem devido ao divórcio, separação ou conduta. Quando alguém insiste em permanecer no ministério nessas condições está desonrando a Deus e a esses homens dignos que entenderam que não era mais a vontade de Deus a sua liderança sobre o Seu povo. Quando alguém assim permanece no ministério, na verdade está se julgando muito importante e indispensável para o trabalho de Deus (Luc. 17:10).

6ª RAZÃO: Ele destruiu o modelo de compromisso indissolúvel entre Cristo e sua Igreja.
O relacionamento eterno entre Cristo e os salvos, é comparado com o do marido e esposa cujo compromisso não é para ser quebrado (Efésios 5:22-33). Cristo sempre teve a Sua igreja no mundo, e em certos períodos, sobraram apenas poucos, que foram perseguidos, traídos, torturados, sepultados nas celas das masmorras, martirizados por sua fé, ou obrigados a fugir para a fortaleza das montanhas e para as covas e cavernas da Terra, mas continuaram guardando os mandamentos de Seu Pai.

7ª RAZÃO: Ele Não pode celebrar casamentos: “Até que a morte os separe” (Rom. 7:2-4, I Cor. 7:39)
Como pode um pastor proferir os votos conjugais para um casal de noivos, se ele mesmo não cumpriu na sua vida? Ou teremos que mudar os votos matrimoniais para: até que o divórcio os separe?

8ª RAZÃO: Ele está contribuindo para a degeneração dos padrões familiares.
Se pastores, tendo suas famílias dentro dos padrões bíblicos, já sofrem com a desintegração de várias famílias dos membros, imagine se do púlpito vem o péssimo exemplo do fracasso conjugal. Nesse caso os fundamentos da família estão abalados para as gerações seguintes (Sal. 11:3).
O divórcio é uma ameaça para a família cristã. As suas consequências são devastadoras para a família. Por esse motivo "... o Senhor Deus de Israel diz que aborrece o repúdio..." (Mal. 2:16). O homem que foi chamado para anunciar a Palavra de Deus como pastor não pode ser divorciado, muito menos casado pela segunda vez. Se alguém está nessa triste situação deve ter a humildade suficiente de abandonar o ministério urgentemente para não causar mais prejuízos ao testemunho do Evangelho e procurar exercer os seus dons fora da liderança da igreja, pois o seu chamado acabou tão logo tenha ocorrido a desqualificação.


Considerações Finais.

Para os crentes que desfrutam a bênção de ter o seu casamento dentro da vontade de Deus, fica o alerta para, humildemente, reconhecer a Graça do Senhor (I Cor. 10:12) e buscar em fervente oração, forças e discernimento para combater as armadilhas do maligno para a destruição da família.
O pecado sexual geralmente se faz acompanhar de outros. Ao se divorciar (cometendo adultério ou não), uma pessoa quebra pelo menos cinco princípios bíblicos: Coloca o desejo pessoal acima de Deus, rouba, cobiça, dá falso testemunho e quebra a aliança: “até que a morte os separa”, ou o “que Deus uniu, não separe o homem”.
Em razão da vergonha decorrente do pecado sexual, há a forte tendência de cometer pecados para encobri-lo. Se alguém tivesse dito ao rei Davi que embebedaria um homem e depois o mataria, ele não acreditaria. O pecado sexual, porém, o tornou mentiroso, ladrão e assassino."
Penso sinceramente que pastores que se divorciaram não precisam e não devem estar pastoreando, eles precisam sim é de ajuda, pois estão fragilizados e necessitados de atenção e amor da irmandade. Mas, essa ajuda não pode ser exercida em sua integralidade se teimarem em prosseguir pastoreando. Precisam, reconhecer que fracassaram e que precisam continuar agora servindo a Deus de outra forma e em outras áreas. Essa é a verdade, uma triste verdade, mas a pura verdade.
Portanto e finalmente, afirmo sem medo de errar que um pastor que cai em adultério, ou que se divorcia por outras razões, casando ou não novamente, pode e deve ser restaurado no Corpo de Cristo, o perdão de Deus também alcança pastores, mas para o ministério pastoral se tornou reprovado!



Pr. Magdiel G Anselmo

EXTARÍDO DA FONTE:                                 http://pranselmoteologia.blogspot.com.br/2015/03/pastores-divorciados-sao-pastores.html?spref=fb
publicado no dia 5 de março de 2015

sábado, 12 de dezembro de 2015

A ORAÇÃO PODE MUITO EM SEUS EFEITOS!

Queridos amigos e irmãos temos vivido dias difíceis e delicados em nosso país nos últimos tempos, sobretudo neste ano de 2015. 
A sensação que aflora em nossos sentimentos é de que o Brasil está passando por uma limpeza. É como se o tapete tenha sido chacoalhado e toda a sujeira escondida veio à tona. 
No Palácio do governo os líderes não se entendem, estão à beira de um colapso. Brigam, se agridem verbalmente e até mesmo "quase fisicamente se pegam a socos". 
Me faz lembrar do Salmos 44.13 que diz: 
"Tu nos pões por opróbrio aos nossos vizinhos, por escárnio e zombaria daqueles que estão à roda de nós". Isso mesmo, hoje o Brasil é manchete nas nações do mundo onde "nossas vergonhas são expostas".
Precisamos, além de nos posicionarmos politicamente, dobrar nossos joelhos e clamar e pedir e suplicar com rogos e jejuns: "SENHOR TEM MISERICÓRDIA DE NÓS". 

Não somos políticos, não roubamos, não enganamos, não burlamos as leis, mas... pecamos quando não oramos pelas autoridades constituídas, quando não pregamos ou ensinamos à eles que um país precisa ser regido pelo temor a Deus. Pecamos quando sabemos fazer o bem e não o fazemos (Tiago 4.17).
É fácil culparmos os políticos e isentarmo-nos de nossas responsabilidades. Convide as pessoas de sua igreja ou seu amigo ou amiga... Declare um clamor! Um jejum! 

Decisões precisam ser tomadas no Palácio do planalto e estou certa de que as nossas orações podem interferir nos acontecimentos dos próximos dias. Façamos a nossa parte "espiritual" porque sabemos muito bem contra quem estamos lutando e, obviamente não deixemos de cumprir a nossa cidadania exercendo nossos direitos políticos. Que Deus nos dê, a todos nós corações sábios, visão espiritual e mentes abertas para enxergar além daquilo que é aparente.
#JuntosClamandoPeloBRASIL!

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

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domingo, 6 de julho de 2014

O que acontece quando você vota nulo?


É chegada mais uma época em que você é chamado a exercer o seu direito de escolha. A Copa está se findando e “quando piscarmos” já teremos deixado de ver a promessa do hexa (cumprida ou não) para assistirmos as promessas de um futuro melhor... As eleições estão aí! E diferentemente da Copa, você é o convocado da vez! Convocado a exercer o seu direito de escolha... ou não! É uma grande responsabilidade!
Porém é perceptível que essa responsabilidade vem sendo banalizada eleição após eleição. A cada campanha eleitoral, vemos mais e mais pessoas desinteressadas na vida pregressa de seus candidatos, sem saber o qual a função do cargo disputado, sem saber o que é um “ficha-limpa”, dentre tantas outras coisas.
Poderíamos enumeras várias outras situações de total descaso com a importância do voto, mas assisti um vídeo bem bacana na internet e resolvi partilhar com vocês que “votar em branco” ou o “votar nulo” é uma grande causa a ser repensada! – O nosso Código Eleitoral em seu artigo 224, dispõe o seguinte: “Se a nulidade atingir a mais de metade dos votos do país nas eleições presidenciais, do Estado nas eleições federais e estaduais ou do município nas eleições municipais, julgar-se-ão prejudicadas as demais votações e o Tribunal marcará dia para nova eleição dentro do prazo de 20 (vinte) a 40 (quarenta) dias.”- Esse artigo então causou uma confusão sobre sua interpretação. Entre o VOTO NULO ( que é a sua opção de apertar o botão nulo) e VOTO ANULADO (aquele voto que se deu por fraude, coação, etc...) há muita diferença.
Diferença essa que no final da eleição decide muita coisa. Muitas pessoas acreditavam que se mais da metade dos votos (como está no artigo 224 citado acima) fossem nulos, poderiam então, conseguir nova eleição, quando na verdade não é nada disso! – Você sabe o que é voto nulo? Ou voto em branco? Pois bem, o parágrafo único do artigo 106 do Código Eleitoral, determinava que fosse feita a contagem de votos em branco. Assim, cada voto em branco era contado como válido para a determinação do coeficiente eleitoral então ainda que você optasse em votar branco, seu voto era contado e favorecia de alguma forma a alguém.
Porém no ano de 1997 houve a revogação desse parágrafo, ficando então o voto em branco tendo as mesmas características do voto nulo, ou seja, não é considerado como voto válido para cálculo. Assim, na prática, se você votar nulo ou em branco o efeito para a eleição será o mesmo. Vamos aos exemplos: - Temos em um determinado lugar, o total de 100 eleitores e temos então 3 candidatos (José, João e Pedro) disputando o cargo desejado, desses 100 eleitores, todos contados como votos válidos, votaram da seguinte maneira: - 50 eleitores votaram no candidato José; 20 eleitores votaram no João e 30 eleitores votaram no Pedro. Para que o candidato ganhe a eleição, ele precisa ter metade dos votos mais um, e neste caso seria mais de 50 votos, o que não aconteceu. Então José e Pedro, irão disputar o chamado segundo turno. –
Vamos a outra situação: 100 eleitores. Desses 110, 10 votaram nulo ou em branco, e somente 90 votos foram contados como válidos. Desses 90 votos, a distribuição foi a seguinte: 50 votos para José, 20 votos para João e 20 votos para Pedro. Vamos então ao cálculo, já sabemos que o candidato para ganhar precisa de metade dos votos mais um para isso, logo metade de 90 é 45, e José conseguiu 50 votos, então José será eleito. Pois os votos nulos ou em branco não são contados. – Conseguem perceber o que acontece? O seu voto nulo ou em branco, diminui a proporção a ser considerada.
Pode ser aquele caso em que você conversa com muitas pessoas e ninguém aprova o tal candidato, e “surpreendentemente” ele ganha! Nem sempre é por que todo mundo VOTOU nele... pode ser justamente porque algumas pessoas não votaram em ninguém! Votaram em branco ou nulo! E sabemos que tais votos não serão contados elegendo assim, muitas vezes, alguém que a maioria não aprova justamente por que alguns optaram em anular. Eu ouço bastante por aí “Eu não vou votar em ninguém porque é tudo igual!”, “Eu não vou votar em ninguém porque nada muda mesmo”.. e assim seguem os inúmeros discursos de algumas pessoas que preferem serem omissas a tentar decidir um futuro de que elas mesmas farão parte. –
Realmente, votar nulo é uma opção e uma decisão sua, e ainda mais que isso... É UM DIREITO SEU! Mas pense bem, pesquisar sobre o partido e sobre o histórico de um candidato, ainda que muitas vezes possa parecer enfadonho demais e uma causa perdida, pode ser o início de uma série de mudanças que você espera há muito tempo. Não se muda nada de um dia para o outro, talvez nem de uma eleição para outra...mas eu acredito sim, que se a cada eleição as pessoas se interessarem mais sobre direitos e deveres do candidato e dos seus próprios deveres e direitos, a mudança acontecerá e as futuras gerações agradecerão muito por isso. E reafirmo: É direito seu votar em branco ou nulo! Mas que seja um direito consciente, e não um triste descaso.


Extraído do Jornal Virtual Dourados Agora <www.douradosagora.com.br>. Por: Janaína Martine Bentinho (Advogada)

sábado, 28 de dezembro de 2013

Alta do IOF prejudica missionários no exterior


À partir de hoje, 28 de dezembro de 2013, o governo brasileiro eleva o Imposto sobre Operações Financeiras para saques feitos no exterior de 0,38 para 6,38%.
inndignados-governo-povo-impostos-indiretosMissionários brasileiros que vivem no exterior enviados pelas igrejas brasileiras e usam cartões de débito para realizarem transferências e sacar na moeda local onde trabalham passam a pagar 6,38% do valor do saque. Para cada R$ 1.000,00 o missionário vai pagar 68,30 reais.
Esse imposto já tinha sido elevado pelo governo brasileiro em março de 2011 para compras com cartão de crédito nesse mesmo valor. Por isso a desculpa do governo é que elevou o imposto também para saques para igualar as diferentes formas de compra de moeda estrangeira.
O governo aumentará assim sua arrecadação em meio bilhão de reais por ano com a medida.
Economistas dizem que o melhor caminho para o governo seria cortar gastos e não aumentar impostos. Mas em ano de eleições, nem pensar nisso.
Como diz a rádio Jovem Pan: “Brasil, o país dos impostos”
Os economistas dizem também que essa medida não vai inibir a saída de divisas que o brasileiro provoca com compras no exterior porque descobriu-se que comprar no exterior é muito mais vantajoso que comprar no Brasil por causa dos alto impostos cobrados. Até produtos brasileiros se compra mais barato no exterior.
Impostos ou crescimento econômico?
Infelizmente o nosso governo pega o caminho mais fácil para melhor a economia do país: aumentar impostos. Ao invés disso seria melhor dar melhor educação ao povo para produzir com mais qualidade, aumentando assim a competitividade no exterior.
Como diz a Palavra de Deus: “Quando o governo é justo, o país tem segurança; mas, quando o governo cobra impostos demais, a nação acaba na desgraça.”
Leia mais em: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2013/12/1390879-governo-eleva-para-638-iof-nos-pagamentos-com-cartao-de-debito-no-exterior.shtml

Publicado em 

- FONTE: http://missaoafrica.net/alta-do-iof-prejudica-trabalho-missionario/#sthash.4HSJaYCH.zpjcnLTZ.dpuf


sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Os perigos do PNE 2014 - Querem usar a EDUCAÇÃO para favorecer o movimento LGBT! Abra o olho!

Carta aberta ao Deputado Pastor Marco Feliciano sobre os perigos do PNE 2014

Por Marisa Lobo em 9 de agosto de 2013

Carta aberta ao Deputado Pastor Marco Feliciano sobre os perigos do PNE 2014
Denuncias sobre o conteúdo do  Plano Nacional de Educação PNE2014.
Excelentíssimo senhor presidente  da Comissão de Direitos Humanos, deputado Federal Marco Feliciano, venho através desta  carta aberta pedir sua intervenção para levar à discussão na Comissão de Educação, bem como na Comissão de Direitos Humanos, o conteúdo do Plano Nacional de Educação (PNE2014). Faço também, nesta carta,  um alerta  aos profissionais, autoridades, imprensa e à família brasileira, acerca desse Plano, que vai determinar as políticas da educação nos próximos 10 anos  e quem tem em seu texto claro preconceito, e até mesmo perseguição  e intolerância ideológica, àqueles que professam uma  religião  contrária às suas diretrizes. Por isso, creio ser uma discussão que também inclua os direitos humanos.
Neste último mês, tenho recebido  centenas de  mensagens e e-mails de professores e educadores preocupados com o conteúdo do Plano Nacional de Educação que,  entre seus itens tão necessários para a construção de uma educação mais eficiente  e justa,  esconde privilégios, perseguição e cerceamento de direitos a profissionais  por sua confissão de fé  e valores; além de uma clara tentativa de  desconstrução da família tradicional, atribuindo a ela rótulos de preconceito induzindo, inclusive, ser ela a principal motivadora de preconceito contra homossexuais.
Faço aqui um alerta nacional à educação no Brasil: o PNE2014, que vai determinar as políticas da educação na nossa nação, deixa valores familiares totalmente fora de suas discussões.  Na  questão religiosa, por exemplo, o  incentivo  é  apenas para a pesquisa orientada  à investigação da privação da liberdade e diversidade religiosa. Não haverá  incentivo à pesquisa relacionando a religião com a possibilidade de desenvolvimento social, à ressocialização e os laços de família, entre outros tantos nesse sentido. Os valores e os anseios da maioria da população não estão presentes, como deveriam, no documento referência  elaborado pelo Fórum Nacional de Educação (FNE).
Outra questão que  deve ser discutida é que o texto prevê a  criação de cotas na graduação, especialização, mestrado e doutorado para a comunidade LGBT. No 13°  item  do PNE essa ideia é ratificada, podendo, inclusive, ser ampliada a partir da concessão de bolsas ao cidadão homossexual para permanecer na instituição dando continuidade aos seus estudos.
Minha critica  ao item 13º  é a de que  todo cidadão deve ter bolsa  de estudos quando este não tem condições de pagar por eles,   independente de sua orientação sexual. Este texto mostra claramente a superproteção  ao  homossexual e vitimiza a homossexualidade,   reforçando o preconceito, e não o extinguindo. Vejo isso como um privilégio que outros cidadãos não terão. Está claro que as pessoas por traz dessas discussões estão legislando em causa própria e de forma parcial, usando o PNE para a obtenção de privilégios. Isso é, no mínimo, antiético.
Reafirmo  que todo cidadão deve ter direitos a bolsas e a educação, independente de cor, raça, religião ou orientação sexual, e as bolsas deveriam ser dadas por falta de condições financeiras. E uma questão a ser abordada é: como provarei que sou homossexual? Um índio, um negro, um deficiente físico está “na pele”; e o homossexual? Acredito que tal medida é um preconceito com o próprio homossexual, que luta tanto pela igualdade e dignidade.
Desconstrução familiar
O  teor do texto  deixa claro que foi redigido por pessoas que não são imparciais, mas que se posicionam claramente contra a família tradicional. É preconceituoso, pois coloca a figura da família tradicional sendo entendida como um reforço ao preconceito. Quero chamar atenção  dos senhores professores, pais e educadores  que  os termos “pai” e “mãe”,  que são  absolutamente necessários para a constituição de família,  podem ser questionados. É uma brecha altamente perigosa, e vai gerar conflitos   sociais entre as famílias  e a escola. Vejo  este PNE2014 como  uma forma de reorientação social, onde a família é discriminada em todas as áreas da educação,  e  como forma de lei por aqueles que não respeitam o estado democrático de direitos pois fere os direitos da maioria, que também precisa ser assistida e respeitada em sua maneira de viver .
O PNE tem o caráter  normativo por período de dez anos garantido pela constituição. Aqui faço uma grande alerta, entenda: se um projeto de lei que proíbe a veiculação da imagem da família tradicional em campanha publicitária dos Governos e em livros didáticos não passa no congresso, pode ser consolidado no PNE, pelo menos no que tange as campanhas publicitárias  das secretarias e do ministério da educação, e pode se consolidar ainda mais em relação aos livros didáticos.
É inevitável notar que os seguimentos da sociedade deveriam estar representados de forma mais plural, no entanto o que se percebe é uma abertura maior para determinado grupo. Por essa razão, o documento referência é tão costurado ideologicamente.
Como presidente do corpo de  psicólogos e profissionais pró-família,  como educadora e militante pelas causas da família, não vejo  com bons olhos este Plano Nacional de Educação (PNE2014), e sim como uma forma de reorientar a sociedade. Recebi mais de 400 e-mails e recados de  profissionais; os educadores  estão insatisfeitos e preocupados com o teor do PNE2014, profissionais que   veem este plano como um reforçador  do relativismo sexual e social, promovendo uma inversão de valores sem levar em conta o lado da maioria, que também tem direitos de, pelo menos, ter um estudo de qualidade para seus filhos sem esse que tenha a pretensão de reorientar seus filhos, conflitando com a educação familiar. Não podemos,  para acabar com um preconceito,  criar outros. Está claramente descrito em alguns de seus itens o reforço ao preconceito  e não o diálogo e entendimentos entre grupos, religiões e sexos. O PNE2014 está criando  uma barreira  nesta tentativa de relacionamento, que tanto tentamos construir.
Segue explicação detalhada sobre o PNE2014, e de como podemos colaborar com mudanças nos seus itens
O FNE elaborou um texto referência para ser discutido nos Municípios  e nos Estados. Depois destas etapas, o texto segue para discussão em nível nacional, por ocasião da Conferência Nacional de Educação CONAE/2014 que acontece entre os dias 17 a 21 de fevereiro de 2014, em Brasília. A Conferência tem caráter, deliberativo de acordo Portaria n.º 1.410 de 03 de dezembro de 2012. Na CONAE  serão consideradas as emendas propostas ao longo do processo, ou seja, as emendas propostas nas Conferências Municipais e Estaduais de Educação. Nesse momento vai ser constituído um documento base que “atenda” aos interesses da sociedade de forma geral. Isto porque o documento vai dialogar e  consubstanciar o anteprojeto  do PNE que tramita no congresso nacional.
Antes de prosseguir é importante atentar para o que a Constituição Federal diz a respeito do PNE  no Art. 212 § 3º:
“A distribuição dos recursos públicos assegurará prioridade ao atendimento das necessidades do ensino obrigatório, no que se refere a universalização, garantia de padrão de qualidade e equidade, nos termos do plano nacional de educação.”
E no artigo Art. 214 diz:
“A lei estabelecerá o plano nacional de educação, de duração decenal, com o objetivo de articular o sistema nacional de educação em regime de colaboração e definir diretrizes, objetivos, metas e estratégias de implementação para assegurar a manutenção e desenvolvimento do ensino em seus diversos níveis, etapas e modalidades por meio de ações integradas dos poderes públicos das diferentes esferas federativas que conduzam a: 
I – erradicação do analfabetismo;
II – universalização do atendimento escolar;
III – melhoria da qualidade do ensino;
IV – formação para o trabalho;
V – promoção humanística, científica e tecnológica do País;
VI – estabelecimento de meta de aplicação de recursos públicos em educação como proporção do produto interno bruto.”
Discussões vão acontecer até que se construa um texto base. No entanto, o que preocupa são  os seguintes fatos:
  • Os valores e os anseios da maioria da população não estão presentes, como deveria, no documento referência  elaborado pelo FNE;
  • As múltiplas concepções sociais, tanto do ponto de vista dos valores morais e éticos, quanto das metodologias e práticas pedagógicas, não estão representadas; 
  • Os pontos ideológicos discutíveis são inúmeros, desde o documento final do CONAE de 2010. No entanto, o texto referência para deliberação em 2014  extrapola todos os limites do bom senso. Por mais que se discuta o seu teor, ele é o documento referencia, ou seja: por mais que haja emendas, fica praticamente inviável a construção de um documento final que represente o avanço que se pretende para educação nos próximos dez anos.
A partir desse momento passo a pontuar, mais  especificamente, os absurdos que encontrei no documento referência.
1° - Até para uma compreensão do documento  é importante atentar para a composição do FNE que é o “órgão” responsável pela elaboração do documento e organização do CONAE. É inevitável notar que os seguimentos da sociedade deveriam estar representados de forma mais plural. No entanto, o que se percebe é uma abertura maior para determinado grupo, fato que mostra que o documento referência é costurado ideologicamente.
2°  - O documento referência deveria ser elaborado em consonância com as deliberações do CONAE 2010; no entanto, o documento foi radicalmente alterado, sobretudo no que tange benefícios à comunidade LGBT. Foi acrescentado um eixo temático sobre tudo, para favorecer o citado grupo.
3° - O documento referência pode ser alterado nas discussões, ainda que seja muito pouco provável, sobretudo quando se considera o fato  de a sociedade, de forma geral, não acompanhar essas discussões. A pressão popular  poderia resultar num recuo, acho que isso pode acontecer na medida em que sejam divulgadas as implicações das deliberações no CONAE para educação nos próximos dez anos.
Agora trataremos do texto propriamente dito.
4° - O texto, no final da página 33 e inicio da 34, no 10° item da planilha de proposição trata do financiamento publico em pesquisa nas áreas relacionadas a etnia, raça, gênero e orientação sexual, entre outros. O que me espanta  é que, quando aparece a questão religiosa, o incentivo é para a pesquisa orientada  à investigação da privação da liberdade e diversidade religiosa. Ou seja, não deve haver incentivo à pesquisa relacionando a religião com a possibilidade de desenvolvimento social, à ressocialização e os laços de família, entre outros tantos nesse sentido.
5° - No 11° item, que versa sobre  ações afirmativas,  está textualmente assim:
“Implementar políticas de ações afirmativas para a inclusão dos negros, indígenas, quilombolas, povos do campo, povos das águas, povos da floresta, comunidades tradicionais, pessoas com deficiência, gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais, nos cursos de graduação, pós-graduação lato e stricto sensu e nos concursos públicos.
Esse texto prevê a  criação de cotas na graduação, especialização, mestrado e doutorado para a comunidade LGBT, e no 13° item essa ideia é ratificada, podendo, inclusive, ser ampliada a partir da concessão de bolsas ao cidadão homossexual para dar continuidade aos seus estudos.
6° - No item 27 desta mesma planilha, o eixo temático II fala de articulação e parceria entre o FNE e instituições representativas, inclusive LGBT. No entanto, em nenhum momento aparecem menções a instituições católicas ou evangélicas.
7° - Outra brecha que querem achar, e por essa razão segue o texto na integra para comentário posterior:
“Inserir na avaliação de livros do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) e do Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE), de maneira explícita, critérios eliminatórios para obras que veiculem preconceitos à condição social, regional, étnico-racial, de gênero, orientação sexual, identidade de gênero, linguagem, condição de deficiência ou qualquer outra forma de discriminação ou de violação de direitos humanos.”
O texto é capcioso. Aqui, a figura da família tradicional pode ser entendida como  reforço ao preconceito; e os termos “pai” e “mãe”, absolutamente necessários para a constituição de família, podem ser questionados. É uma brecha altamente perigosa.
Segue o Link:
Outros Links úteis:
Conclusões
Enquanto estamos preocupados com os projetos de lei, lei complementar, e até mesmo com as emendas constitucionais (e temos que estar mesmo), não podemos nos descuidar quanto ao PNE, uma vez ele que tem caráter  normativo por período de dez anos garantido pela constituição. Ou seja, se um projeto de lei que proíbe a veiculação da imagem da família tradicional em campanha publicitária dos Governos e em livros didáticos não passa no congresso, pode acabar consolidado no PNE.
Todas as questões pontuadas até esse momento não demonstram, pormenorizadamente,  o que se pretende implementar nos próximos dez anos em relação a desconstrução da família  tradicional e o cerceamento dos educadores entre outras barbáries. É preciso uma análise cada vez mais profunda para definirmos as estratégias necessárias para fazer o enfrentamento no campo das ideias. Precisamos que a sociedade, professores, educadores e parlamentares não fiquem de fora desta discussão, pois o PNE2014 não pode ser aprovado tal como está.
Marisa Lobo,
Psicóloga e coordenadora do corpo de profissionais pró família.

Ativistas gays não respeitam o nosso local de culto!

MP abre investigação para averiguar agressão a manifestantes gays durante culto

O deputado Marco Feliciano estava pregando quando os manifestantes entraram na área do culto para pedir sua renúncia da CDHM.
por Leiliane Roberta Lopes

Os policiais que participaram da segurança do evento realizado no dia 29 de julho em Santarém (PA) serão investigados por conta das denúncias de violência policial contra um grupo de manifestantes que protestavam durante a pregação do 
pastor Marco Feliciano.MP abre investigação para averiguar agressão a manifestantes gays durante cultoMP abre investigação para averiguar agressão a manifestantes durante culto
A Polícia Militar estava no local para impedir que o protesto chegasse ao local onde o culto, realizado pela igreja Assembleia de Deus da cidade, acontecia. Mas alguns manifestantes conseguiram furar a barreira policial e começaram a tumultuar o evento.
Dezenas de jovens pediam com cartazes e faixas a saída do deputado Feliciano (PSC-SP) da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), protesto que tem se repetido em todo o país desde março, quando o evangélico assumiu a comissão.
O pastor estavam pregando quando percebeu o barulho e a exposição de uma bandeira do movimento gay, foi então que ele pediu para que a PM retirasse o grupo da área, alegando que o local de culto deve ser protegido, como está garantido pela Constituição Federal. Os manifestantes se negaram a sair e entraram em confronto com os policiais e alguns seguranças do evento o que resultou em três pessoas presas.
Agora o Ministério Público Federal está investigando o caso para saber se os policiais e seguranças usaram da força física para tirar esses manifestantes do local, ao menos seis pessoas alegam que foram agredidas durante a confusão. Alguns deles disseram que foram atingidos com tapas, socos e armas de choque. Até mesmo o pastor Marco Feliciano será citado no inquérito, uma vez que partiu dele a ordem para retirar os manifestantes do local. Com informações G1

** Engraçado né... eles invadem o culto da Assembléia de Deus para "badernar", "gritar", "desrespeitar"... e são os policiais e seguranças que serão investigados? Onde está a lei que garante a nossa liberdade de cultuar a Deus? O Brasil virou uma bagunça e diga-se de passagem que está acontecendo abertamente uma grande perseguição contra a Igreja do Senhor Jesus! Fica aqui o meu repúdio contra o ativismo gay!