Querido (a) visitante

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Deus seja exaltado em todas as coisas que fazemos!

sábado, 12 de dezembro de 2015

A ORAÇÃO PODE MUITO EM SEUS EFEITOS!

Queridos amigos e irmãos temos vivido dias difíceis e delicados em nosso país nos últimos tempos, sobretudo neste ano de 2015. 
A sensação que aflora em nossos sentimentos é de que o Brasil está passando por uma limpeza. É como se o tapete tenha sido chacoalhado e toda a sujeira escondida veio à tona. 
No Palácio do governo os líderes não se entendem, estão à beira de um colapso. Brigam, se agridem verbalmente e até mesmo "quase fisicamente se pegam a socos". 
Me faz lembrar do Salmos 44.13 que diz: 
"Tu nos pões por opróbrio aos nossos vizinhos, por escárnio e zombaria daqueles que estão à roda de nós". Isso mesmo, hoje o Brasil é manchete nas nações do mundo onde "nossas vergonhas são expostas".
Precisamos, além de nos posicionarmos politicamente, dobrar nossos joelhos e clamar e pedir e suplicar com rogos e jejuns: "SENHOR TEM MISERICÓRDIA DE NÓS". 

Não somos políticos, não roubamos, não enganamos, não burlamos as leis, mas... pecamos quando não oramos pelas autoridades constituídas, quando não pregamos ou ensinamos à eles que um país precisa ser regido pelo temor a Deus. Pecamos quando sabemos fazer o bem e não o fazemos (Tiago 4.17).
É fácil culparmos os políticos e isentarmo-nos de nossas responsabilidades. Convide as pessoas de sua igreja ou seu amigo ou amiga... Declare um clamor! Um jejum! 

Decisões precisam ser tomadas no Palácio do planalto e estou certa de que as nossas orações podem interferir nos acontecimentos dos próximos dias. Façamos a nossa parte "espiritual" porque sabemos muito bem contra quem estamos lutando e, obviamente não deixemos de cumprir a nossa cidadania exercendo nossos direitos políticos. Que Deus nos dê, a todos nós corações sábios, visão espiritual e mentes abertas para enxergar além daquilo que é aparente.
#JuntosClamandoPeloBRASIL!

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

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domingo, 6 de julho de 2014

O que acontece quando você vota nulo?


É chegada mais uma época em que você é chamado a exercer o seu direito de escolha. A Copa está se findando e “quando piscarmos” já teremos deixado de ver a promessa do hexa (cumprida ou não) para assistirmos as promessas de um futuro melhor... As eleições estão aí! E diferentemente da Copa, você é o convocado da vez! Convocado a exercer o seu direito de escolha... ou não! É uma grande responsabilidade!
Porém é perceptível que essa responsabilidade vem sendo banalizada eleição após eleição. A cada campanha eleitoral, vemos mais e mais pessoas desinteressadas na vida pregressa de seus candidatos, sem saber o qual a função do cargo disputado, sem saber o que é um “ficha-limpa”, dentre tantas outras coisas.
Poderíamos enumeras várias outras situações de total descaso com a importância do voto, mas assisti um vídeo bem bacana na internet e resolvi partilhar com vocês que “votar em branco” ou o “votar nulo” é uma grande causa a ser repensada! – O nosso Código Eleitoral em seu artigo 224, dispõe o seguinte: “Se a nulidade atingir a mais de metade dos votos do país nas eleições presidenciais, do Estado nas eleições federais e estaduais ou do município nas eleições municipais, julgar-se-ão prejudicadas as demais votações e o Tribunal marcará dia para nova eleição dentro do prazo de 20 (vinte) a 40 (quarenta) dias.”- Esse artigo então causou uma confusão sobre sua interpretação. Entre o VOTO NULO ( que é a sua opção de apertar o botão nulo) e VOTO ANULADO (aquele voto que se deu por fraude, coação, etc...) há muita diferença.
Diferença essa que no final da eleição decide muita coisa. Muitas pessoas acreditavam que se mais da metade dos votos (como está no artigo 224 citado acima) fossem nulos, poderiam então, conseguir nova eleição, quando na verdade não é nada disso! – Você sabe o que é voto nulo? Ou voto em branco? Pois bem, o parágrafo único do artigo 106 do Código Eleitoral, determinava que fosse feita a contagem de votos em branco. Assim, cada voto em branco era contado como válido para a determinação do coeficiente eleitoral então ainda que você optasse em votar branco, seu voto era contado e favorecia de alguma forma a alguém.
Porém no ano de 1997 houve a revogação desse parágrafo, ficando então o voto em branco tendo as mesmas características do voto nulo, ou seja, não é considerado como voto válido para cálculo. Assim, na prática, se você votar nulo ou em branco o efeito para a eleição será o mesmo. Vamos aos exemplos: - Temos em um determinado lugar, o total de 100 eleitores e temos então 3 candidatos (José, João e Pedro) disputando o cargo desejado, desses 100 eleitores, todos contados como votos válidos, votaram da seguinte maneira: - 50 eleitores votaram no candidato José; 20 eleitores votaram no João e 30 eleitores votaram no Pedro. Para que o candidato ganhe a eleição, ele precisa ter metade dos votos mais um, e neste caso seria mais de 50 votos, o que não aconteceu. Então José e Pedro, irão disputar o chamado segundo turno. –
Vamos a outra situação: 100 eleitores. Desses 110, 10 votaram nulo ou em branco, e somente 90 votos foram contados como válidos. Desses 90 votos, a distribuição foi a seguinte: 50 votos para José, 20 votos para João e 20 votos para Pedro. Vamos então ao cálculo, já sabemos que o candidato para ganhar precisa de metade dos votos mais um para isso, logo metade de 90 é 45, e José conseguiu 50 votos, então José será eleito. Pois os votos nulos ou em branco não são contados. – Conseguem perceber o que acontece? O seu voto nulo ou em branco, diminui a proporção a ser considerada.
Pode ser aquele caso em que você conversa com muitas pessoas e ninguém aprova o tal candidato, e “surpreendentemente” ele ganha! Nem sempre é por que todo mundo VOTOU nele... pode ser justamente porque algumas pessoas não votaram em ninguém! Votaram em branco ou nulo! E sabemos que tais votos não serão contados elegendo assim, muitas vezes, alguém que a maioria não aprova justamente por que alguns optaram em anular. Eu ouço bastante por aí “Eu não vou votar em ninguém porque é tudo igual!”, “Eu não vou votar em ninguém porque nada muda mesmo”.. e assim seguem os inúmeros discursos de algumas pessoas que preferem serem omissas a tentar decidir um futuro de que elas mesmas farão parte. –
Realmente, votar nulo é uma opção e uma decisão sua, e ainda mais que isso... É UM DIREITO SEU! Mas pense bem, pesquisar sobre o partido e sobre o histórico de um candidato, ainda que muitas vezes possa parecer enfadonho demais e uma causa perdida, pode ser o início de uma série de mudanças que você espera há muito tempo. Não se muda nada de um dia para o outro, talvez nem de uma eleição para outra...mas eu acredito sim, que se a cada eleição as pessoas se interessarem mais sobre direitos e deveres do candidato e dos seus próprios deveres e direitos, a mudança acontecerá e as futuras gerações agradecerão muito por isso. E reafirmo: É direito seu votar em branco ou nulo! Mas que seja um direito consciente, e não um triste descaso.


Extraído do Jornal Virtual Dourados Agora <www.douradosagora.com.br>. Por: Janaína Martine Bentinho (Advogada)

sábado, 28 de dezembro de 2013

Alta do IOF prejudica missionários no exterior


À partir de hoje, 28 de dezembro de 2013, o governo brasileiro eleva o Imposto sobre Operações Financeiras para saques feitos no exterior de 0,38 para 6,38%.
inndignados-governo-povo-impostos-indiretosMissionários brasileiros que vivem no exterior enviados pelas igrejas brasileiras e usam cartões de débito para realizarem transferências e sacar na moeda local onde trabalham passam a pagar 6,38% do valor do saque. Para cada R$ 1.000,00 o missionário vai pagar 68,30 reais.
Esse imposto já tinha sido elevado pelo governo brasileiro em março de 2011 para compras com cartão de crédito nesse mesmo valor. Por isso a desculpa do governo é que elevou o imposto também para saques para igualar as diferentes formas de compra de moeda estrangeira.
O governo aumentará assim sua arrecadação em meio bilhão de reais por ano com a medida.
Economistas dizem que o melhor caminho para o governo seria cortar gastos e não aumentar impostos. Mas em ano de eleições, nem pensar nisso.
Como diz a rádio Jovem Pan: “Brasil, o país dos impostos”
Os economistas dizem também que essa medida não vai inibir a saída de divisas que o brasileiro provoca com compras no exterior porque descobriu-se que comprar no exterior é muito mais vantajoso que comprar no Brasil por causa dos alto impostos cobrados. Até produtos brasileiros se compra mais barato no exterior.
Impostos ou crescimento econômico?
Infelizmente o nosso governo pega o caminho mais fácil para melhor a economia do país: aumentar impostos. Ao invés disso seria melhor dar melhor educação ao povo para produzir com mais qualidade, aumentando assim a competitividade no exterior.
Como diz a Palavra de Deus: “Quando o governo é justo, o país tem segurança; mas, quando o governo cobra impostos demais, a nação acaba na desgraça.”
Leia mais em: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2013/12/1390879-governo-eleva-para-638-iof-nos-pagamentos-com-cartao-de-debito-no-exterior.shtml

Publicado em 

- FONTE: http://missaoafrica.net/alta-do-iof-prejudica-trabalho-missionario/#sthash.4HSJaYCH.zpjcnLTZ.dpuf


sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Os perigos do PNE 2014 - Querem usar a EDUCAÇÃO para favorecer o movimento LGBT! Abra o olho!

Carta aberta ao Deputado Pastor Marco Feliciano sobre os perigos do PNE 2014

Por Marisa Lobo em 9 de agosto de 2013

Carta aberta ao Deputado Pastor Marco Feliciano sobre os perigos do PNE 2014
Denuncias sobre o conteúdo do  Plano Nacional de Educação PNE2014.
Excelentíssimo senhor presidente  da Comissão de Direitos Humanos, deputado Federal Marco Feliciano, venho através desta  carta aberta pedir sua intervenção para levar à discussão na Comissão de Educação, bem como na Comissão de Direitos Humanos, o conteúdo do Plano Nacional de Educação (PNE2014). Faço também, nesta carta,  um alerta  aos profissionais, autoridades, imprensa e à família brasileira, acerca desse Plano, que vai determinar as políticas da educação nos próximos 10 anos  e quem tem em seu texto claro preconceito, e até mesmo perseguição  e intolerância ideológica, àqueles que professam uma  religião  contrária às suas diretrizes. Por isso, creio ser uma discussão que também inclua os direitos humanos.
Neste último mês, tenho recebido  centenas de  mensagens e e-mails de professores e educadores preocupados com o conteúdo do Plano Nacional de Educação que,  entre seus itens tão necessários para a construção de uma educação mais eficiente  e justa,  esconde privilégios, perseguição e cerceamento de direitos a profissionais  por sua confissão de fé  e valores; além de uma clara tentativa de  desconstrução da família tradicional, atribuindo a ela rótulos de preconceito induzindo, inclusive, ser ela a principal motivadora de preconceito contra homossexuais.
Faço aqui um alerta nacional à educação no Brasil: o PNE2014, que vai determinar as políticas da educação na nossa nação, deixa valores familiares totalmente fora de suas discussões.  Na  questão religiosa, por exemplo, o  incentivo  é  apenas para a pesquisa orientada  à investigação da privação da liberdade e diversidade religiosa. Não haverá  incentivo à pesquisa relacionando a religião com a possibilidade de desenvolvimento social, à ressocialização e os laços de família, entre outros tantos nesse sentido. Os valores e os anseios da maioria da população não estão presentes, como deveriam, no documento referência  elaborado pelo Fórum Nacional de Educação (FNE).
Outra questão que  deve ser discutida é que o texto prevê a  criação de cotas na graduação, especialização, mestrado e doutorado para a comunidade LGBT. No 13°  item  do PNE essa ideia é ratificada, podendo, inclusive, ser ampliada a partir da concessão de bolsas ao cidadão homossexual para permanecer na instituição dando continuidade aos seus estudos.
Minha critica  ao item 13º  é a de que  todo cidadão deve ter bolsa  de estudos quando este não tem condições de pagar por eles,   independente de sua orientação sexual. Este texto mostra claramente a superproteção  ao  homossexual e vitimiza a homossexualidade,   reforçando o preconceito, e não o extinguindo. Vejo isso como um privilégio que outros cidadãos não terão. Está claro que as pessoas por traz dessas discussões estão legislando em causa própria e de forma parcial, usando o PNE para a obtenção de privilégios. Isso é, no mínimo, antiético.
Reafirmo  que todo cidadão deve ter direitos a bolsas e a educação, independente de cor, raça, religião ou orientação sexual, e as bolsas deveriam ser dadas por falta de condições financeiras. E uma questão a ser abordada é: como provarei que sou homossexual? Um índio, um negro, um deficiente físico está “na pele”; e o homossexual? Acredito que tal medida é um preconceito com o próprio homossexual, que luta tanto pela igualdade e dignidade.
Desconstrução familiar
O  teor do texto  deixa claro que foi redigido por pessoas que não são imparciais, mas que se posicionam claramente contra a família tradicional. É preconceituoso, pois coloca a figura da família tradicional sendo entendida como um reforço ao preconceito. Quero chamar atenção  dos senhores professores, pais e educadores  que  os termos “pai” e “mãe”,  que são  absolutamente necessários para a constituição de família,  podem ser questionados. É uma brecha altamente perigosa, e vai gerar conflitos   sociais entre as famílias  e a escola. Vejo  este PNE2014 como  uma forma de reorientação social, onde a família é discriminada em todas as áreas da educação,  e  como forma de lei por aqueles que não respeitam o estado democrático de direitos pois fere os direitos da maioria, que também precisa ser assistida e respeitada em sua maneira de viver .
O PNE tem o caráter  normativo por período de dez anos garantido pela constituição. Aqui faço uma grande alerta, entenda: se um projeto de lei que proíbe a veiculação da imagem da família tradicional em campanha publicitária dos Governos e em livros didáticos não passa no congresso, pode ser consolidado no PNE, pelo menos no que tange as campanhas publicitárias  das secretarias e do ministério da educação, e pode se consolidar ainda mais em relação aos livros didáticos.
É inevitável notar que os seguimentos da sociedade deveriam estar representados de forma mais plural, no entanto o que se percebe é uma abertura maior para determinado grupo. Por essa razão, o documento referência é tão costurado ideologicamente.
Como presidente do corpo de  psicólogos e profissionais pró-família,  como educadora e militante pelas causas da família, não vejo  com bons olhos este Plano Nacional de Educação (PNE2014), e sim como uma forma de reorientar a sociedade. Recebi mais de 400 e-mails e recados de  profissionais; os educadores  estão insatisfeitos e preocupados com o teor do PNE2014, profissionais que   veem este plano como um reforçador  do relativismo sexual e social, promovendo uma inversão de valores sem levar em conta o lado da maioria, que também tem direitos de, pelo menos, ter um estudo de qualidade para seus filhos sem esse que tenha a pretensão de reorientar seus filhos, conflitando com a educação familiar. Não podemos,  para acabar com um preconceito,  criar outros. Está claramente descrito em alguns de seus itens o reforço ao preconceito  e não o diálogo e entendimentos entre grupos, religiões e sexos. O PNE2014 está criando  uma barreira  nesta tentativa de relacionamento, que tanto tentamos construir.
Segue explicação detalhada sobre o PNE2014, e de como podemos colaborar com mudanças nos seus itens
O FNE elaborou um texto referência para ser discutido nos Municípios  e nos Estados. Depois destas etapas, o texto segue para discussão em nível nacional, por ocasião da Conferência Nacional de Educação CONAE/2014 que acontece entre os dias 17 a 21 de fevereiro de 2014, em Brasília. A Conferência tem caráter, deliberativo de acordo Portaria n.º 1.410 de 03 de dezembro de 2012. Na CONAE  serão consideradas as emendas propostas ao longo do processo, ou seja, as emendas propostas nas Conferências Municipais e Estaduais de Educação. Nesse momento vai ser constituído um documento base que “atenda” aos interesses da sociedade de forma geral. Isto porque o documento vai dialogar e  consubstanciar o anteprojeto  do PNE que tramita no congresso nacional.
Antes de prosseguir é importante atentar para o que a Constituição Federal diz a respeito do PNE  no Art. 212 § 3º:
“A distribuição dos recursos públicos assegurará prioridade ao atendimento das necessidades do ensino obrigatório, no que se refere a universalização, garantia de padrão de qualidade e equidade, nos termos do plano nacional de educação.”
E no artigo Art. 214 diz:
“A lei estabelecerá o plano nacional de educação, de duração decenal, com o objetivo de articular o sistema nacional de educação em regime de colaboração e definir diretrizes, objetivos, metas e estratégias de implementação para assegurar a manutenção e desenvolvimento do ensino em seus diversos níveis, etapas e modalidades por meio de ações integradas dos poderes públicos das diferentes esferas federativas que conduzam a: 
I – erradicação do analfabetismo;
II – universalização do atendimento escolar;
III – melhoria da qualidade do ensino;
IV – formação para o trabalho;
V – promoção humanística, científica e tecnológica do País;
VI – estabelecimento de meta de aplicação de recursos públicos em educação como proporção do produto interno bruto.”
Discussões vão acontecer até que se construa um texto base. No entanto, o que preocupa são  os seguintes fatos:
  • Os valores e os anseios da maioria da população não estão presentes, como deveria, no documento referência  elaborado pelo FNE;
  • As múltiplas concepções sociais, tanto do ponto de vista dos valores morais e éticos, quanto das metodologias e práticas pedagógicas, não estão representadas; 
  • Os pontos ideológicos discutíveis são inúmeros, desde o documento final do CONAE de 2010. No entanto, o texto referência para deliberação em 2014  extrapola todos os limites do bom senso. Por mais que se discuta o seu teor, ele é o documento referencia, ou seja: por mais que haja emendas, fica praticamente inviável a construção de um documento final que represente o avanço que se pretende para educação nos próximos dez anos.
A partir desse momento passo a pontuar, mais  especificamente, os absurdos que encontrei no documento referência.
1° - Até para uma compreensão do documento  é importante atentar para a composição do FNE que é o “órgão” responsável pela elaboração do documento e organização do CONAE. É inevitável notar que os seguimentos da sociedade deveriam estar representados de forma mais plural. No entanto, o que se percebe é uma abertura maior para determinado grupo, fato que mostra que o documento referência é costurado ideologicamente.
2°  - O documento referência deveria ser elaborado em consonância com as deliberações do CONAE 2010; no entanto, o documento foi radicalmente alterado, sobretudo no que tange benefícios à comunidade LGBT. Foi acrescentado um eixo temático sobre tudo, para favorecer o citado grupo.
3° - O documento referência pode ser alterado nas discussões, ainda que seja muito pouco provável, sobretudo quando se considera o fato  de a sociedade, de forma geral, não acompanhar essas discussões. A pressão popular  poderia resultar num recuo, acho que isso pode acontecer na medida em que sejam divulgadas as implicações das deliberações no CONAE para educação nos próximos dez anos.
Agora trataremos do texto propriamente dito.
4° - O texto, no final da página 33 e inicio da 34, no 10° item da planilha de proposição trata do financiamento publico em pesquisa nas áreas relacionadas a etnia, raça, gênero e orientação sexual, entre outros. O que me espanta  é que, quando aparece a questão religiosa, o incentivo é para a pesquisa orientada  à investigação da privação da liberdade e diversidade religiosa. Ou seja, não deve haver incentivo à pesquisa relacionando a religião com a possibilidade de desenvolvimento social, à ressocialização e os laços de família, entre outros tantos nesse sentido.
5° - No 11° item, que versa sobre  ações afirmativas,  está textualmente assim:
“Implementar políticas de ações afirmativas para a inclusão dos negros, indígenas, quilombolas, povos do campo, povos das águas, povos da floresta, comunidades tradicionais, pessoas com deficiência, gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais, nos cursos de graduação, pós-graduação lato e stricto sensu e nos concursos públicos.
Esse texto prevê a  criação de cotas na graduação, especialização, mestrado e doutorado para a comunidade LGBT, e no 13° item essa ideia é ratificada, podendo, inclusive, ser ampliada a partir da concessão de bolsas ao cidadão homossexual para dar continuidade aos seus estudos.
6° - No item 27 desta mesma planilha, o eixo temático II fala de articulação e parceria entre o FNE e instituições representativas, inclusive LGBT. No entanto, em nenhum momento aparecem menções a instituições católicas ou evangélicas.
7° - Outra brecha que querem achar, e por essa razão segue o texto na integra para comentário posterior:
“Inserir na avaliação de livros do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) e do Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE), de maneira explícita, critérios eliminatórios para obras que veiculem preconceitos à condição social, regional, étnico-racial, de gênero, orientação sexual, identidade de gênero, linguagem, condição de deficiência ou qualquer outra forma de discriminação ou de violação de direitos humanos.”
O texto é capcioso. Aqui, a figura da família tradicional pode ser entendida como  reforço ao preconceito; e os termos “pai” e “mãe”, absolutamente necessários para a constituição de família, podem ser questionados. É uma brecha altamente perigosa.
Segue o Link:
Outros Links úteis:
Conclusões
Enquanto estamos preocupados com os projetos de lei, lei complementar, e até mesmo com as emendas constitucionais (e temos que estar mesmo), não podemos nos descuidar quanto ao PNE, uma vez ele que tem caráter  normativo por período de dez anos garantido pela constituição. Ou seja, se um projeto de lei que proíbe a veiculação da imagem da família tradicional em campanha publicitária dos Governos e em livros didáticos não passa no congresso, pode acabar consolidado no PNE.
Todas as questões pontuadas até esse momento não demonstram, pormenorizadamente,  o que se pretende implementar nos próximos dez anos em relação a desconstrução da família  tradicional e o cerceamento dos educadores entre outras barbáries. É preciso uma análise cada vez mais profunda para definirmos as estratégias necessárias para fazer o enfrentamento no campo das ideias. Precisamos que a sociedade, professores, educadores e parlamentares não fiquem de fora desta discussão, pois o PNE2014 não pode ser aprovado tal como está.
Marisa Lobo,
Psicóloga e coordenadora do corpo de profissionais pró família.

Ativistas gays não respeitam o nosso local de culto!

MP abre investigação para averiguar agressão a manifestantes gays durante culto

O deputado Marco Feliciano estava pregando quando os manifestantes entraram na área do culto para pedir sua renúncia da CDHM.
por Leiliane Roberta Lopes

Os policiais que participaram da segurança do evento realizado no dia 29 de julho em Santarém (PA) serão investigados por conta das denúncias de violência policial contra um grupo de manifestantes que protestavam durante a pregação do 
pastor Marco Feliciano.MP abre investigação para averiguar agressão a manifestantes gays durante cultoMP abre investigação para averiguar agressão a manifestantes durante culto
A Polícia Militar estava no local para impedir que o protesto chegasse ao local onde o culto, realizado pela igreja Assembleia de Deus da cidade, acontecia. Mas alguns manifestantes conseguiram furar a barreira policial e começaram a tumultuar o evento.
Dezenas de jovens pediam com cartazes e faixas a saída do deputado Feliciano (PSC-SP) da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), protesto que tem se repetido em todo o país desde março, quando o evangélico assumiu a comissão.
O pastor estavam pregando quando percebeu o barulho e a exposição de uma bandeira do movimento gay, foi então que ele pediu para que a PM retirasse o grupo da área, alegando que o local de culto deve ser protegido, como está garantido pela Constituição Federal. Os manifestantes se negaram a sair e entraram em confronto com os policiais e alguns seguranças do evento o que resultou em três pessoas presas.
Agora o Ministério Público Federal está investigando o caso para saber se os policiais e seguranças usaram da força física para tirar esses manifestantes do local, ao menos seis pessoas alegam que foram agredidas durante a confusão. Alguns deles disseram que foram atingidos com tapas, socos e armas de choque. Até mesmo o pastor Marco Feliciano será citado no inquérito, uma vez que partiu dele a ordem para retirar os manifestantes do local. Com informações G1

** Engraçado né... eles invadem o culto da Assembléia de Deus para "badernar", "gritar", "desrespeitar"... e são os policiais e seguranças que serão investigados? Onde está a lei que garante a nossa liberdade de cultuar a Deus? O Brasil virou uma bagunça e diga-se de passagem que está acontecendo abertamente uma grande perseguição contra a Igreja do Senhor Jesus! Fica aqui o meu repúdio contra o ativismo gay!

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Servir com fidelidade!


Aos olhos do mundo Jeremias parecia totalmente fracassado. Não tinha dinheiro, família ou amigos. Profetizou a destruição da nação, da capital e do Templo, mas líderes políticos e religiosos não aceitariam, nem seguiriam seus conselhos.
Nenhum grupo de pessoas gostou de Jeremias, nem lhe deu ouvidos. Contudo, ao olharmos para trás, vemos que completou com sucesso a obra que Deus lhe confiou.
O sucesso nunca deve ser medido pela popularidade, fama, fortuna ou aceitação das pessoas, pois estas coisas são temporais. Deus mede o nosso sucesso pela obediência, fidelidade e retidão. Se você estiver realizando fielmente a obra que Deus lhe confiou, será bem sucedido aos olhos Dele.
Cabe a nós escolher: agradar o povo e ficar famoso por isso ou agradar a Deus e cumprir cabalmente o Seu propósito em nós, mesmo sendo ignorado ou incompreendido por todos como foi Jeremias.
Deixo esta breve meditação para o nosso dia de hoje!


 Pastora Rose Prado

segunda-feira, 8 de julho de 2013

A culpa é de Deus? Não! É dos que afastam Deus da nossa nação!

Finalmente a verdade é dita na TV Americana. 



A filha de Billy Graham (grande escritor desta geração) estava sendo entrevistada no Early Show, e Jane Clayson perguntou a ela:

'Como é que Deus teria permitido algo horroroso assim acontecer no dia 11 de

setembro?'

Anne Graham deu uma resposta profunda e sábia:

'Eu creio que Deus ficou profundamente triste com o que aconteceu, tanto quanto nós.
Por muitos anos temos dito para Deus não interferir em nossas escolhas, sair do nosso governo e sair de nossas vidas.
Sendo um cavalheiro como Deus é, eu creio que Ele calmamente nos deixou.
Como poderemos esperar que Deus nos dê a sua benção e a sua proteção se nós exigimos que Ele não se envolva mais conosco?'
À vista de tantos acontecimentos recentes; ataque dos terroristas, tiroteio nas escolas, etc...

Eu creio que tudo começou desde que Madeline Murray O'hare (que foi assassinada), se queixou de que era impróprio se fazer oração nas escolas Americanas como se fazia tradicionalmente, e nós concordamos com a sua opinião.

Depois disso, alguém disse que seria melhor também não ler mais a Bíblia nas escolas...
A Bíblia que nos ensina que não devemos matar, roubar e devemos amar o nosso próximo como a nós mesmos. E nós concordamos com esse alguém.

Logo depois o Dr.. Benjamin Spock disse que não deveríamos bater em nossos filhos quando eles se comportassem mal, porque suas personalidades em formação ficariam distorcidas e poderíamos prejudicar sua auto estima (o filho dele se suicidou) e nós dissemos: "Um perito nesse assunto deve saber o que está falando". E então concordamos com ele.

Aí, alguém sugeriu que deveríamos deixar que nossas filhas fizessem aborto, se elas assim o quisessem. E nós aceitamos sem ao menos questionar.
Então foi dito que deveríamos dar aos nossos filhos tantas camisinhas, quantas eles quisessem para que eles pudessem se divertir à vontade.
E nós dissemos: "Está bem!" 

Então alguém sugeriu que imprimíssemos revistas com fotografias de mulheres nuas, e disséssemos que isto é uma coisa sadia e uma apreciação natural do corpo feminino. Depois uma outra pessoa levou isso um passo mais adiante e publicou fotos de Crianças nuas e foi mais além ainda, colocando-as à disposição da internet.
E nós dissemos: "Está bem, isto é democracia, e eles tem o direito de ter liberdade de se expressar e fazer isso".

Agora nós estamos nos perguntando porque nossos filhos não têm consciência e porque não sabem distinguir o bem e o mal, o certo e o errado; porque não lhes incomoda matar pessoas estranhas ou seus próprios colegas de classe ou a si próprios...

Provavelmente, se nós analisarmos seriamente, iremos facilmente compreender: nós colhemos só aquilo que semeamos!!!
Uma menina escreveu um bilhetinho para Deus: "Senhor, porque não salvaste aquela criança na escola?" 
A resposta dele: "Querida criança, não me deixam entrar nas escolas!"

É triste como as pessoas simplesmente culpam a Deus e não entendem porque o mundo está indo a passos largos para o inferno.
É triste como cremos em tudo que os Jornais e a TV dizem, mas duvidamos do que a Bíblia, ou do que a sua religião, que você diz que segue ensina.
É triste como alguém diz: "Eu creio em Deus". Mas ainda assim segue a satanás, que, por sinal,também 'Crê' em Deus.

É engraçado como somos rápidos para julgar mas não queremos ser julgados!
Como podemos enviar centenas de piadas pelo e-mail, e elas se espalham como fogo, mas, quando tentamos enviar algum e-mail falando de Deus, as pessoas têm medo de compartilhar e reenviá-los a outros!

É triste ver como o material imoral, obsceno e vulgar corre livremente na internet, mas uma discussão pública a respeito de Deus é suprimida rapidamente na escola e no trabalho.

É triste ver como as pessoas ficam amantes de Cristo no sábado, mas depois se transformam em cristãos invisíveis pelo resto da semana.
Gozado que nós nos preocupamos mais com o que as outras pessoas pensam a nosso respeito do que com o que Deus pensa...


https://www.facebook.com/AbaixoADiscriminacaoReligiosaEmAngola?ref=tn_tnmn

domingo, 30 de junho de 2013

Transforme o Brasil

Transforme o Brasil


“Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua Terra”. (2 Crônicas 7.14)
“Eu vou transformar o Brasil. Mas vocês devem transformá-lo a partir dos seus joelhos primeiro”
“Tocai a trombeta em Sião, promulgai um santo jejum, proclamai assembleia solene”. (Joel 2.15)
Estamos vivendo dias históricos. Anos de clamores, jejuns e lágrimas em favor da nação já provocaram mudanças e livramentos. Mas ainda há muito a ser transformado. A Igreja brasileira carrega o peso da responsabilidade. Temos a chave da autoridade que move os céus e a terra. As promessas de Deus para a cura da nação pertencem a nós e exigem nosso posicionamento. Estamos experimentando o fortalecer no comprometimento em jejuns e oração pelo país. Os intercessores sentem as “dores de parto” se intensificar. Cremos que estamos no limiar de um novo tempo, da hora de dar à luz a um Brasil transformado.
Na páscoa deste ano mais de onze mil adoradores e intercessores se reuniram em um Congresso cujo tema foi Adoração e Transformação. Ouvimos testemunhos sobre a transformação de Uganda, país antes assolado pela guerra e pela Aids. Circunstâncias que pareciam impossíveis de serem solucionadas, até mesmo pelo governo do país, foram transformadas pela postura da Igreja em unidade, em arrependimento e em oração.
A profetiza Cindy Jacobs entregou uma mensagem: “Assim diz o Senhor: Estou dando ao Brasil uma segunda chance. Estou dando a vocês uma janela, diz o Senhor, por onde vocês vão começar a orar. E assim diz o Senhor: Se vocês não se apropriarem desta janela eu vou começar a abalar a economia. O Senhor diz: Eu vou transformar o Brasil. Mas vocês devem transformá-lo a partir dos seus joelhos primeiro. Comecem a clamar dia e noite. Eu edificarei a Casa de Oração para todas as nações a partir do Brasil. Eu vou começar nos campos universitários, nas escolas, nos prédios do governo. Assim diz o Senhor: É o meu desejo derrubar o principado da corrupção e o principado da pobreza porque virei e abalarei tudo o que pode ser abalado. Estou preparando uma geração pioneira. Que se levantem os Joões Batistas! Levantem-se os Joões Batistas! Levantem-se os abridores do caminho que prepararão o caminho do Senhor para a transformação do Brasil.”
Nos últimos dias assistimos o povo brasileiro saindo às ruas e pressionando as autoridades para que haja mudança. A profecia de Jacobs foi relembrada e espalhou-se pelas redes sociais. A Igreja reconhece o mover do Espírito impulsionando a história. O amor pelo Brasil está sendo renovado nos corações dos brasileiros, que cantam o Hino Nacional, vestem verde e amarelo e carregam a bandeira, com um sentimento que vai muito além do futebol, mas como um protesto por dias melhores na pátria amada. Como escreve Isaías 62:5: “Porque, como o jovem desposa a donzela, assim teus filhos te desposarão a ti; como o noivo se alegra da noiva, assim de ti se alegrará o teu Deus”. O povo brasileiro está amando e se comprometendo com a sua terra.
Em meio a tudo isso Cindy Jacobs falou comigo ao telefone. Ela teve uma visão espiritual com o símbolo da anarquia, a letra A dentro de um círculo. O Senhor disse a ela que a Igreja brasileira precisa paralisar o espírito de anarquia que veio para ferir o país. O inimigo sempre tentará macular o que Deus está fazendo, e este é o momento em que Deus está levantando o Brasil como um testemunho entre as nações. Jacobs se reuniu com Lou Engle (Fundador do movimento The Call, que desperta e reúne a Igreja nas nações, em ajuntamentos solenes de adoração, intercessão e proclamação da Palavra). Eles discerniram que precisamos de uma estratégia de oração pelo Brasil e conclamaram um jejum de 21 dias, culminando com um dia nacional de oração pelo país, no domingo, 14 de Julho.
Após este telefonema com Jacobs conversei com a Pastora Ezenete Rodrigues, que está à frente de um exército de intercessores em Lagoinha e em todo o Brasil. Há alguns dias o Senhor também lhe disse que deveria acontecer um dia de mobilização nacional de oração pelo Brasil nas igrejas. A proposta do dia 14/7 veio confirmar isso. Os intercessores também discerniram que a Igreja precisa ir para as ruas, não com passeatas ou marchas, mas a lugares estratégicos das cidades e orar.
Foi então que o Senhor me conduziu a compartilhar essas direções com a Apóstola Valnice Milhomens, que é reconhecida por sua consagração e jejuns, há mais de 20 anos, a favor do país. As palavras de Valnice foram: “Esta é a agenda do Espírito”. Percebemos que esta estratégia não nasceu na mente ou no coração de uma pessoa ou ministério, mas é algo que o próprio Deus planejou.
As confirmações foram impressionantes. Em uma Convenção esse ano o Senhor disse a Valnice que a Igreja deveria ir às ruas, às praças. Disse que o avivamento vem das ruas, vem de fora para dentro. Essa palavra foi entregue por um profeta antes mesmo das recentes manifestações populares. Já estava sendo organizada uma mobilização para que a Igreja ore nas ruas no sábado, dia 13/7. Além disso, na manhã do dia em que conversamos houve uma conferência com diversos líderes da nação. Foi definido que no dia 15 de Julho eles se encontrariam em Brasília para orar. Ficamos impressionadas, pois a contagem dos 21 dias de jejum acabam exatamente no dia 15/7, dia deste ajuntamento de pastores, profetas e apóstolos do país.
Compartilho agora a estratégia para a Igreja neste momento crucial na história do Brasil:
21 dias de jejum e oração: de 25/6 a 15/7.
O jejum pode ser feito de diversas maneiras. Por exemplo, há o jejum em que a pessoa ingere apenas alguns tipos de alimentos, o jejum em que a pessoa retira uma refeição, o jejum em que a pessoa se alimenta apenas à noite, o jejum de líquidos (apenas bebendo líquidos), o jejum integral (apenas bebendo água).
Se você já está fazendo um período de jejum, continue até o dia 15 de julho para estar em unidade com as demais igrejas do Brasil.
13/7 – sábado: A Igreja Nas Ruas, orando em lugares estratégicos. Grupos de crentes orando na Prefeitura, na Câmara dos Vereadores, na Assembleia Legislativa, em praças e lugares de monumentos, em frente a hospitais, escolas, universidades, TVs e rádios, e todo lugar estratégico onde o Espírito do Senhor direcionar.
14/7 – domingo: Cada igreja fará seus cultos como reuniões de adoração, oração e proclamação da Palavra a favor do país. O ideal é que sejam feitas 12 horas ininterruptas de adoração, oração e proclamação da Palavra.
15/7 – segunda-feira: Em Brasília, pastores, apóstolos, profetas, intercessores e líderes de todo o Brasil se reunirão para 12 horas de adoração, oração e proclamação da Palavra em favor do país. Local: No Templo da INSEJEC, que fica no centro do Distrito Federal, a partir de 8 horas da manhã.
“Por amor do Brasil não me calarei e não me aquietarei. Sobre os teus muros, ó Brasil, pus guardas, que todo o dia e toda noite jamais se calarão; vós, os que fareis lembrado o Senhor, não descanseis, nem deis a ele descanso até que restabeleça o Brasil e o ponha por objeto de louvor na terra”. (Isaías 62.1a, 6 e 7) *adaptado

domingo, 23 de junho de 2013

EU NÃO ACREDITO NA MÍDIA!

Os brasileiros precisam averiguar qual é o fundo de verdade ou de mentira que a mídia despeja dentro dos nossos lares diariamente através de suas notícias! Vamos ficar atentos e como pessoas inteligentes que somos, já se foi o tempo em que se vendia a ideia de que os crentes são ignorantes e sem conhecimento, precisamos verificar, examinar TUDO o que chega até nós! 
EU NÃO ACREDITO NA MÍDIA! 



quinta-feira, 20 de junho de 2013

TEMPO DE CLAMAR PELO BRASIL!

Convido você para juntos proclamarmos 01 semana de 

jejum pelo Brasil começando nesta sexta feira (20.06.13)! 

Quem vem comigo?





sábado, 8 de junho de 2013

Amplos setores da imprensa tentaram cassar dos evangélicos o direito de dizer “não”. Agrediram os fatos, a democracia e os seus leitores

07/06/2013
 às 7:24


Vejam esta imagem.

A grande imprensa brasileira, com as exceções costumeiras, escreveu um capítulo vergonhoso de sua história na quarta-feira. Cerca de 70 mil pessoas — segundo estimativas da Polícia Militar do Distrito Federal (nesta sexta, publicarei um vídeo; aguardem um pouco) — participaram de uma manifestação em Brasília em defesa da liberdade de expressão, da liberdade religiosa, da família tradicional e da vida (leia-se: contra o aborto). Num dia útil, certamente arcando com o custo de faltar ao trabalho — ninguém ali tinha o “ponto” abonado nem estava sendo pago por partido —, milhares de pessoas atenderam à convocação de diversas denominações cristãs para expressar o seu ponto de vista sobre temas que estão em debate na sociedade e que são do interesse dos brasileiros. Não obstante, aquelas 70 mil pessoas foram praticamente ignoradas pelo jornalismo. A IRONIA: UMA DAS PALAVRAS DE ORDEM DA CONCENTRAÇÃO ERA ESTA: CONTRA O CONTROLE DA MÍDIA.
Reproduzo palavras do pastor Silas Malafaia, um dos organizadores do evento:
“Senhores da imprensa, nós, que somos chamados de fundamentalistas, queremos uma imprensa livre até para falar mal de nós. Nós não queremos cercear imprensa, não. Agora, eu fico vendo esses esquerdopatas, que querem o controle da mídia para controlar o conteúdo… Eles estão pensando que o Brasil é Nicarágua, Venezuela, Bolívia, Equador e Argentina. Aqui, não! Imprensa livre, sempre livre!”
Não saiu praticamente uma linha do que disse Malafaia sobre o assunto. Também se omitiram as críticas muito duras que ele fez aos mensaleiros (voltarei a tratar do assunto em outro post). Setenta mil pessoas pediram em coro cadeia para a quadrilha — enquanto Luís Roberto Barroso, na CCJ do Senado, dizia que o STF foi muito duro com aqueles patriotas. E também isso se omitiu. Publicarei, reitero, um vídeo com trechos da fala de Malafaia (a integra de sua intervenção está aqui).
Houve coisa pior do que omissão: uma reportagem do Estadão Online atribuiu ao pastor o que ele não disse, a saber: que união homoafetiva é crime. Não falou isso. Afirmou outra coisa: que não aceitava que sua opinião, que é contrária, fosse criminalizada, como faz o PLC 122.
Não há por que omitir os fatos. É evidente que uma concentração que tinha na sua pauta, também, a defesa da família tradicional (homem, mulher e sua prole) opõe-se ao casamento e ao ativismo gays. E isso foi dito lá de maneira clara e inequívoca. Era um aspecto importante do protesto, mas era um deles. Não é menos evidente que a esmagadora maioria da imprensa considera essa opinião “conservadora”, “reacionária”, “atrasada” — escolham aí o adjetivo. O mesmo se diga sobre o aborto, duramente atacado no evento. Eis outro item da pauta dita “progressista” — nunca ninguém conseguiu me explicar por que o mundo e a moral progridem com a morte de fetos…
A imprensa — ou “as imprensas” — tenha a agenda que quiser! Como afirmou o pastor, que ela seja livre até para falar mal das opiniões e das pessoas da praça. Mas omitir??? Fazer de conta, como se fez, que a coisa não estava acontecendo??? Tratar a concentração como se estivesse um curso um evento corriqueiro, sem importância? Só não acho que ficou caracterizada a “censura” porque considero que a palavra cabe quando a interdição é aplicada pelo Estado. Mas se trata, sim, de um ânimo censor, que agride a essência do jornalismo.
Estaremos, agora, diante de um novo paradigma, que consistirá em esconder aquilo de que se discorda? Qual é a medida? Se 500 marcham nas ruas em defesa da maconha, a foto vai parar nas primeiras páginas — afinal, é a “pauta progressista”. Se 70 mil fazem um coro contra a descriminação das drogas — e isso também ocorreu —, faz-se de conta que nada aconteceu?
Pois é… Volta e meia, José Dirceu, o chefe de quadrilha do mensalão — até, ao menos, que eventuais e ilegais embargos infringentes não livrem a sua cara —, manda alguém escrever lá no seu blog um ataque qualquer à imprensa, pedindo o “controle da mídia”. Por incrível que pareça, a mídia que ele quer controlar se encarrega de reproduzir suas cretinices. Afinal, disse-me outro dia alguém, a imprensa tem de fazer isso para demonstrar que é isenta e não tem preconceitos…
Ah, bom! Agora entendi! Para mostrar que é isenta e não tem preconceitos, até os ataques de Dirceu à liberdade de expressão são… livremente expressos! Mas os 70 mil da praça, que falaram EM DEFESA da liberdade de expressão, ah, esses foram tratados com menoscabo ou com desrespeito mesmo: “Afinal, não pensam o que pensamos; têm uma pauta reacionária…”.
O que pretende para si mesma a imprensa que age desse modo? Digam-me cá: os 70 mil que foram para a praça, numa quarta-feira gorda, tinham sido convocados por quem? Pelos jornais, TVs e sites noticiosos já tradicionais? Acho que não! As igrejas evangélicas têm seus próprios sistemas de comunicação e não dependem da boa vontade de estranhos para existir. Tratou-se de uma omissão vergonhosa, constrangedora. E, claro, havia jornalistas em penca lá.
Essência da democracia
A essência da democracia é o dissenso. O papel da imprensa não é exercer uma censura informal sobre a diversidade de opiniões. Ao contrário. Converter o espaço noticioso em área de militância é um comportamento fascistoide, que agride o fundamento da pluralidade e da liberdade.
Faltassem-nos exemplos, deveríamos olhar para o governo de Barack Obama, nos EUA. Em nome das liberdades civis que estariam ameaçadas no governo Bush; em nome da pluralidade, que estaria sendo agredida pelos supostos fundamentalistas de Bush; em nome da, santo Deus!, da diversidade, à qual os republicanos de Bush seriam hostis, ONGs, movimentos sociais, imprensa, academia, intelectuais etc. se juntaram num grande coro de adoração ao candidato e depois presidente da República e à sua agenda progressista.
Quis o destino — que, para mim, sempre foi a lógica dos fatos — que aquele grande progressista liderasse o governo que montou o mais amplo, profundo e nefasto sistema de espionagem no país, que inclui a perseguição a adversários por organismos do estado e a invasão do sigilo de jornalistas.
A liberdade é e será sempre o direito de divergir. Infelizmente, amplos setores da imprensa tentaram cassar dos evangélicos esse direito. Para estes, a agressão foi irrelevante porque, reitero, não dependem dessa visibilidade para existir. Para o jornalismo, no entanto, a coisa é séria: há o risco de que o paradigma da pluralidade esteja se perdendo. Os cristãos, sempre que julgarem necessário, voltarão às praças. Espero que essa imprensa de agenda tenha como voltar a seus leitores.
Por Reinaldo Azevedo

Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/amplos-setores-da-imprensa-tentaram-cassar-dos-evangelicos-o-direito-de-dizer-nao-agrediram-os-fatos-a-democracia-e-os-seus-leitores/